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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Churrasco Coisa que eu gosto demais é abrir a casa pros amigos. E casa cheia aqui no sul significa churrasco. A melhor parte é que eu passo menos tempo na cozinha e mais tempo no violão. Dá pra ficar melhor?

Primavera Pra quem gosta de viver coloridamente, a primavera é o melhor período do ano. Quente, mas não tanto. Chuva, mas não muita. Flores, flores, flores. Cores, cores, cores. Céu azul, azul, azul. Não dá pra ficar triste na primavera. (Exceto se você tiver alergia ao pólen, meus pêsames)

Aniversários Setembro é o mês em que a maioria das pessoas que eu conheço na vida fazem aniversário. Não, pera... É o mês com a maior concentração de aniversários de pessoas que eu conheço, incluindo uma mãe e dois irmãos <3

Curitiba Curitiba será minha por uma semana inteira. Ou eu serei dela. Tanto faz, eu nem me importo. Só sei que estarei lá, com o coração batendo forte de alegria.

Computador Da última vez que visitei meus pais, no penúltimo dia meu computador de repente não quis mais ligar. Deixei na UTI aos cuidados do meu técnico/pai, e o bonitinho já está em plena forma, melhor do que sempre, só esperando a mamãe buscar.

Fall season De um ano pra cá eu virei uma dessas pessoas viciadas em séries. Nesse mês estreiam as novas temporadas de várias que eu acompanho: Grey's Anatomy, The Big Bang Theory, The Good Wife, Once Upon a Time, Modern Family, Scandal, Resurrection, Castle... (sim, eu vejo muitas séries)

Feira do livro A 10ª Feira Internacional do Livro acontece sempre em Foz do Iguaçu e sempre em setembro. Nesse ano homenageia Ariano Suassuna, com 12 horas diárias de programação, além de livros em oferta e o marido abrindo a carteira com gosto #oremos

Bodas de papel Sim! Já faz UM ANO que a gente casou no civil, e não contou pra ninguém, pra não confundir as pessoas e evitar perguntas do tipo "ué, mas vcs não vão casar em janeiro? como assim casar agora? por quê? blablabla". Como comemoramos os aniversários? Em todas as datas, é claro!

Independência Já raiou a liberdade, já raiou a liberdade no horizonte do Brasil... Para a maioria das criança, 7 de setembro significa desfile. Para a maioria dos adultos, significa um feriado. Para mim, será um dia dedicado à reflexão sobre a liberdade. E pra você?

Livros novos Aproveitamos que a Amazon passou a vender livros físicos e... não compramos nada, porque a loja só aceita cartão de crédito como forma de pagamento :/ Mas a vontade era tanta de quebrar o jejum de OITO MESES SEM COMPRAR LIVROS (e a listinha só crescendo...), que fizemos o mesmo pedido em outra livraria. Devem estar chegando :)

Política Em plena campanha eleitoral, não dá pra escapar do assunto esse mês. Presidenciáveis, horário eleitoral gratuito, candidatos com nomes esdrúxulos, debates... a gente vê por aí (plim!). Mas você se lembra em quem votou nas últimas eleições? (Eu tenho uma coleção de decepções: Marina, Beto Richa, Ratinho...)

Em setembro tem...

sexta-feira, 22 de março de 2013

1) Dividi minhas férias em três períodos: passeios, descanso e casa. Não me arrependo.

2) Ontem não fiz nada além de ler e dormir. Melhor que isso, só se estivesse torrando em alguma praia...

3) Primeiro voo com a Gol. Primeiro voo atrasado. Azul, eu te amo ;*

4) Trouxe os livros como bagagem de mão por causa do peso. Acho que vou precisar de mais...

5) Lugares para visitar onde não pode tirar foto: perde 60% da graça :( (Museu Imperial, Biblioteca Nacional)

6) Lugares para visitar onde tem que agendar a visita com antecedência: perde 90% da graça :( (ABL)

7) Viajar de São Gonçalo para Jacarepaguá com mala de 15kg + 4kg de queijo de Minas + 6kg de livros + quatro bolsas com coisas aleatórias equivale a uma semana de academia. Tenho certeza disso!

8) Tenho paciência infinita com crianças. Especialmente as inteligentes que gostam de livrinhos e quebra-cabeças.

9) Amo mimar a Maria Nina!

10) Quando comprar um presente pra alguém, não embrulhe e não diga que é presente. Você captará uma reação sincera que dirá se a pessoa merece/quer aquele presente.

11) Só comprei presentes de comer pra levar pra casa. Esses não dá pra deixar guardado, né?

12) To com saudade de cozinhar. Vou bater um bolo. Alguém quer?

Diário de Viagem #2

segunda-feira, 11 de março de 2013

1) Meu cabelo está lindo hoje e eu não tirei nenhuma foto. (Vamos começar com essa?)

2) Mais amor por favor em BH. Tirando a recepcionista super simpática e solícita do Museu de Artes e Ofícios e outros que ficam no meio termo (dá pra contar nos dedos), fui atendida por um monte de gente sem amor no coração. No supermercado, na farmácia, no Subway (a mulher montou meu sanduíche com o recheio pro lado de fora - muito <3 pela profissão, né?), no ônibus...

3) Não dá pra comprar "queijo" em Minas sem um curso de queijologia. Existe uma infinidade de queijos, sem contar os que não são mineiros. E o "queijo minas" que eu compro em Curitiba é "ricota" #chocada

4) Estou lendo Becky Bloom e não consigo rir. Mas gargalho no ônibus com minha timeline no twitter. Vocês são demais.

5) Também estou lendo Under a Maui Moon, o livro mais estranho que a Robin já escreveu - porque os livros dela são meio iguais e esse não parece nada com nenhum dos 18 (?) outros livros dela que eu já li.

6) Também estou lendo (é o último, sério) The Rescuer, da série O'Malley. A história no momento se passa em um período anterior ao do primeiro livro da série. Apesar de estar ansiosa pra saber o que aconteceu com o gracinha do Stephen depois do que aconteceu no livro anterior, a história em flashback está bem legal.

7) Oz é um filme MUITO engraçado. As melhores piadas são: a das bananas, o macaco mugindo e a erguidinha de pé da bruxa boa hahahahaha (Mas tem muito mais piadas. É um filme hilário, mas que também tem aquelas aparições repentinas pra vc ficar se assustando no cinema. Imperdível.)

8) Nada de notas da faculdade. Tenho os melhores professores do mundo ou não? ...

9) Meu joelho manda avisar que encontrou o chão de Minas Gerais e ele manda lembranças a todos.

Diário de Viagem #1

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Conheço pessoas que não gostam de fazer aniversários, que escondem a idade, pintam os cabelos, e que acreditam na etiqueta que diz que é indelicado perguntar a idade dos outros. Conheço pessoas que fazem contagem regressiva de 365 dias para o próprio aniversário. Conheço pessoas que, no dia do aniversário, têm vontade de escrever "aniversariante" na testa só para ganhar parabéns de todos que encontrar na rua. Conheço pessoas que simplesmente não comemoram os aniversários. Hoje é aniversário de uma delas.

Eu gosto dos aniversários. É o tipo de data simbólica mais importante de uma pessoa porque significa a sobrevivência. Fazer aniversário é um dom porque a vida, embora para alguns seja muito difícil, a vida ainda vale a pena. E a sobrevivência neste mundo cruel onde pessoas se matam por uma coxinha de frango é algo notável.



Ao aniversariante do dia, meus sinceros parabéns pela sobrevivência nestes vinte e três anos. Sua vida nunca foi fácil, mas você ainda está aí. Passou por mais este checkpoint. Eu lhe felicito não por obrigação social ou por achar oportuno lançar desejos vazios de significado sobre uma pessoa só porque ela tem uma nova idade, mas porque o admiro como vencedor de vinte e três batalhas. Com uma pequena exigência: que venham muitas outras vitórias e que eu esteja com você, mesmo quando as circunstâncias não estiverem em seu favor. Feliz ano novo.

Nesta data querida

segunda-feira, 12 de março de 2012

Existem atitudes que facilitam muito a vida da gente, mas que são tão difíceis de sair do falatório pra prática! Coisas que a gente sabe que precisa praticar, está cansado de saber que tudo seria muito melhor se você mudasse, chegando a dizer que a partir de hoje será diferente, compromissos feitos com a sua própria pessoa.

Eu sei que eu preciso aprender a errar. Não que eu nunca erre, o problema é o contrário. É que eu erro muito, mas não sei o que fazer nessa situação. Como é que se faz pra mudar de ideia e dar o braço a torcer sem ficar completamente sem graça. Pra quem sempre tem todas as respostas, sempre tem que ter tudo sob controle, pra quem acha que não pode errar, aprender a errar não é lição fácil. E eu não posso nem dar a receita. Ainda não aprendi e não faço ideia de como se faz isso.

Outra coisa que eu preciso aprender é a sair de uma discussão pacificamente. Eu tentei fazer isso outro dia, mas acho que escolhi a pessoa errada pra praticar. Acabou que o sujeito brigou comigo porque eu decidi concordar com ele pra acabar com a discussão. Mas nem quando eu tento perder! Ainda estou esperando me recuperar dessa experiência assustadora. Se tivesse um curso... Enquanto isso, tento aprender a não discutir. Quem sabe daqui a cinquenta anos eu chegue lá...

Eu preciso aprender...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sierra, quanto teeeempo! Você não sabe o quanto eu esperei para ter notícias suas! Espero que não suma de novo, hein? Sabe que eu sempre me identifiquei mais com você do que com qualquer outra pessoa que eu conheci através da Cris. A gente combina, né? Até nos cachinhos! hahaha Olha, depois de tanto tempo, eu pensei que estaríamos mais distantes, mais diferentes, mas amizade de verdade é assim mesmo. Não importa quanto tempo a gente fique sem se falar, quando acontece aquele encontro ainda temos a mesma afinidade, o mesmo papo gostoso de sempre. Muito bom ver você!

Eu tinha ficado um pouco chateada, sabe? Eu soube que você esteve no Brasil. O quê? Por quatro anos? Poxa... e nesse tempo todo você sumiu! Tão pertinho de mim! Fiquei decepcionada mesmo, mas depois de saber que você está cheia de notícias, me animei logo! Você sabe que eu também cresci e mudei bastante. Não sou mais aquela pessoinha corajosa, espevitada e que se dava bem com todo mundo. Mas olha, você também mudou! E mudou igualzinho a mim!
Ela não era mais aquele lírio resplandecente, rápida para falar a qualquer um o que eles deveriam fazer com suas vidas. Em vez disso, ela se tornou uma observadora silenciosa e despretensiosa. O engraçado era que ela não fazia ideia do que fazer com a própria vida, quanto mais do que aconselhar aos outros.
A parte mais engraçada é que estou achando que estamos ainda mais parecidas do que antes. Você até arranjou um namorado parecido com o meu! E olha que eu comecei a namorar primeiro, hein? Enquanto eu lia sobre como vocês se conheceram, torci demais por vocês. Demais mesmo! Vocês formam um casal muito lindo. Tenho certeza que vai dar tudo certo entre vocês. Dessa vez vai, amiga!

Aqui, só tem umas coisinhas que vou te contar, hein! Como assim em quatro anos você só sabe falar 'Boa tarde' e 'Obrigada'? Mesmo você não sendo o primor linguístico, não acha que faltou um esforço, não? Poxa, quatro anos em um país e você não aprende a falar a língua deles? Não consegue entender o que o povo fala? Não acha que se acomodou demais só falando em inglês com a Mariana o tempo todo? Outra coisa, eu sei que é sua terra e tudo mais, você sente saudades... mas não acho que aí seja tudo melhor, não. Mas, como dizem, não existe lugar como o nosso lar.

Ahhh, e o Paul, hein? Não sei como você conseguiu. Tem que ter muito estômago. Se bem que... nada melhor do que encarar aquela paixão antiga e perceber que não rola mais nada, né? Mas mesmo assim, existem coisas totalmente desnecessárias. E a Tânia continua a mesma, né? Desculpa, é sua irmã, mas ô gentinha insuportável!

Mas bem... o que interessa é que você conheceu o Havaí, está feliz e contente, voltando pra casa com um namorado e tudo mais. Uhul! Estou super feliz por você! A gente se fala, hein? Beeeijos!!
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Esse livro faz parte da Série Love Finds You, uma iniciativa da Editora Summerside com histórias escritas por diversos autores de ficção cristã em diversas localidades dos Estados Unidos, trazendo um pedacinho de cada um dos cinquenta estados para o leitor. A editora não me presenteou com um exemplar; o livro que eu li foi emprestado pela Cíntia, que também escreveu uma resenha. Ou melhor, ela escreveu uma resenha. Eu escrevi quase isso haha Dá pra comprar pelo site da autora Robin Jones Gunn, pela Amazon, pela Livraria Cultura... Se quiser ganhar de presente, para dar a dica para os seus amigos do Skoob, a página do livro é essa aqui. Livro de graça mesmo e sem precisar da ajuda de ninguém é na biblioteca, mas eu não sei de nenhuma que tenha esse livro. Se você souber, informe nos comentários, por favor. (A capa diferente é da edição para Kindle)

Love finds you in Sunset Beach, Hawaii - Robin Jones Gunn

terça-feira, 22 de março de 2011

A última vez em que fiquei sem internet em casa foi há duas semanas, quando troquei a prestadora do serviço de internet aqui de casa. (Podem ficar orgulhosos por eu ter feito toda a negociação via telefone?) Foi a tarde do dia sete desse mês - pois é, recesso de carnaval e os caras trabalhando - e eu só pedi pra desligar o serviço quando me ligaram dizendo que o técnico da outra operadora já estava a caminho. Ficar sem internet não dá, né? Engraçado é que cortaram a banda larga minutos depois, já a linha telefônica ficou ativa por algumas horas...

Na semana passada declarei a minha dependência dos serviços da Google Co (aqui, ó!). Mas é claro que nada disso funciona offline, né? Já imaginou sua vida offline? Eu não quero nem pensar! Aliás, só pela limitação no acesso à internet no trabalho eu já me sinto prejudicada. E quando eu passo o dia fora, então? Preciso de um celular com acesso à rede, urgente! Nem que seja só pra acessar email pessoal e twitter.

Com acesso à internet eu resolvo quase todos os problemas que podem surgir na minha vida. Desde renovar um empréstimo de livro que está vencendo, até impressionar o namorado com uma receita de Danette caseiro. Por falar em namorado, não sei o que seria dele e de mim sem essa bendita internet. Setecentos quilômetros de distância só não são driblados com mais eficiência porque.. bem... é virtual, né? Mas pra quem não é chegada em telefone, é quase solução!

Ah, não posso deixar de falar dos meus amigos, dos irmãos, dos encontros... Eu acho engraçado como ainda existe gente que reage com espanto quando eu conto as minhas aventuras internáuticas. Minha chefe quase me bateu sexta-feira porque eu disse que já tinha ido ao Rio de Janeiro encontrar pessoas que só conhecia pela internet e ficar na casa de uma delas. É claro que existe gente do mal, mas a gente se dá mal no mundo real também. E, como cautela e canja de galinha bacon nunca é demais, segue essa receita que você vai ser feliz com seus amigos virtuais cada vez mais reais.

Legal é ver como tudo tem se adaptado pra funcionar através da rede. Velocidade, conexão, interação, aproximação. Todas essas vantagens e mais para funções antes impensadas. Eu, que tinha deletado minha conta no Facebook porque não aguentava os emails de Farmville, tive que reativar por causa de uma disciplina na faculdade. Não é nada de Direito Virtual, Responsabilidade nas Redes Sociais, Liberdade de Expressão Online... (Existe? Inventei todos os nomes) É Direito Financeiro, com o professor mais conectado que eu já tive (twitter dele) até hoje.

A internet é uma via de comunicação infinita. Amo coisas infinitas! Aqui você pode se expressar, sem conjunções adversativas. E quando alguém tentar te calar, te censurar, faça seu direito valer. Você tem voz. Infinita. Alcance mundial. Quem poderia imaginar isso? Que marca você está deixando no mundo?

PS: Pra quem não aguenta as besteiras que eu falo no twitter, o blog agora tem sua própria conta. Quem aguenta também pode seguir, tá?
PS²: Como eu tenho voz infinita, resolvi estender pra, além de falar pelos cotovelos, falar também pelos joelhos, tornozelos e demais articulações. Enfim, conhece o Verbete Legal? Não é porque é meu, não é sim, mas é legal mesmo! E também tem twitter!

Vida em rede

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Não sei se existe alguma profissão que não sofra desse mal. É assim, você estuda, se prepara, se dedica, investe dinheiro, investe tempo, planeja o que você vai fazer, planeja como você vai fazer. Você tem uma carreira. Ou você ainda não tem, porque eu não tenho ainda e já estou sentindo os primeiros sintomas.

Começa sempre com uma simples pergunta, uma ajudinha básica. Afinal, você é quem conhece esse assunto, não custa nada dar uma mão pro seu amigo de tantos anos, ou pior, porque se for parente é até ofensa não responder. Tudo bem, responder uma pergunta básica não faz mal. Isso se parasse por aí. Depois dessa começam os favores, e as pessoas passam a achar que você tem uma profissão para ganhar dinheiro e atender amigos e parentes. (Tem gente mais egoísta que acha que você não precisa ganhar dinheiro)

Agora o grande problema é quando você trabalha com coisas consideradas 'simples'. Especialmente quando seu trabalho não é 'fazer'. Um consultor, por exemplo, trabalha dando orientações, respondendo perguntas. Algumas pessoas acham um absurdo pagar caro para que um advogado apenas responda às suas dúvidas, mas não levam em conta quanto tempo e quanto dinheiro ele investiu para poder responder a essas dúvidas. Para saber se vale a pena, basta se perguntar: eu posso perguntar isso pra qualquer outra pessoa, ou esta é a pessoa qualificada para me orientar nessa questão? É claro que algumas pessoas vão pensar que podem perguntar pra qualquer pessoa quando não podem, mas aí é problema delas. 

Por exemplo, eu sou doida pra ter um layout próprio no blog. Quer dizer, na verdade o projeto é mais complexo que isso, mas eu conheço pessoas que podem fazer. Ou melhor, eu conheço pessoas que fazem isso, trabalham com isso. Mas eu nunca vou pedir pra nenhuma dessas pessoas fazer isso pra mim enquanto eu não puder pagar pelo serviço dela. É diferente quando a pessoa se oferece. Eu já trabalhei e trabalho voluntariamente, para amigos e até para desconhecidos, com a mesma seriedade e dedicação com que trabalho pra ganhar as minhas contas, eu assumi um compromisso. Mesmo assim, é educado oferecer uma gratificação, mesmo que ela não aceite. (Não preciso contar se eu aceito ou não, certo?) E estar preparado para o caso de a pessoa aceitar, né? Nem que seja um livro, um chocolate, um jantar. (Já viram gente que oferece e depois fica bravo porque a pessoa aceitou?)

Meus pais dizem que eu sou cruel, verdade, eles dizem isso mesmo, porque eu disse que não trabalho pra parente. Mas como ter uma relação profissional quando a pessoa a qualquer momento vai querer apelar para os laços sanguíneo-afetivos que os unem? E pior, quando o parente/amigo acha que você pode fazer o favor de trabalhar de graça pra ele. Tá, às vezes pode, mas você é muito cara de pau de achar que pode pedir isso, né? Se a pessoa estiver numa situação difícil, por exemplo, enquanto ela está trabalhando de graça pra você, parente/amigo, poderia estar ganhando dinheiro, trabalhando pra um cliente, que poderia até ser você.

Tem gente que não gosta de fatiar as pessoas, (vida profissional, pessoal, espiritual, etc), mas é bom lembrar antes de pedir um favor a seu amigo/parente que esse é o trabalho dela. Respeite o trabalho alheio, assim como você quer ser respeitado em sua profissão. Não se aproveite dos seus amigos, tenha amor e consideração por eles, mais do que por você. 

(Na verdade era pra eu contar uns casos engraçados e outros tristes sobre isso, mas o post já está grande. A gente continua aqui embaixo, tá? Todo mundo aqui deve ter alguma história pra contar...)

Amizade Aproveitadora

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O que é família?

A família é unidade básica da sociedade formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligados por laços afetivos.

A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições.

É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimônio ou adoção.

Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos.

Eu acho que discordo de todas essas definições. Até porque, eu tenho quatro famílias e uma é diferente da outra!

Tem a minha família que eu convivo desde a infância. Pai, mãe, irmão e eu. É a família-preparatória. Aquela que a gente aprende a amar desde pequenininho. E aprende mais um montão de coisas também. Foi a minha principal família até agora, mas é claro que não será assim pra sempre. Afinal, essa família serve pra te ensinar o que é uma família. Infelizmente nem todo mundo consegue aprender, e quando chega a vez de ensinar, ensina errado. Isso é a coisa mais triste do mundo, afinal, a família deve ser o grupo mais firme de todos os que existem na sociedade, né? Sem essa família-preparatória, como vai ser sua relação com as outras? (Quer dizer, a minha. Nem sei se vocês tem outras... #empolgada)

A outra família é a família-extendida. No meu caso, eu chamo de família-distante. Porque muita gente tem a sorte ou azar de viver pertinho de todo mundo. Eu vivo longe de avós, tios, primos e tudo mais desde os 5 anos de idade. Pra falar a verdade, nunca morei muito perto, e moro cada vez mais longe. O bom disso tudo é que não tem espaço pra brigar. Quando a gente se encontra é só saudade, só alegria, emoção, e tudo mais. O ruim é que muitas vezes falta intimidade. Eu tenho primos e tios muito chegados. E meus avós, os únicos dois avós que sempre tive, são os amores da minha vida. Mas alguns primos eu só tenho contatos esporádicos por msn e twitter. E aquele negócio de olhar foto no orkut, cada vez mais decadente. 

Eu tenho pouquíssimas histórias de infância com meus primos. Muito poucas lembranças de aventuras, de coisas que só primos fazem. Todas correspondem a períodos de férias, que geralmente não duravam mais que uma semana, ou tinham um hiato de mais de cinco anos. Quer dizer, minha prima vai se formar em Engenharia Civil nessa terça-feira. A última vez em que nos vimos ela tinha acabado de começar o curso. E desde então, a gente não se falou nem dez vezes. Raramente alguma coisa relevante, raramente algum assunto nosso. Falta sabe o quê? Laços afetivos. Esses só existem quando construídos, e nós nunca tivemos tempo para isso. Pena...

Por falar em laços afetivos, a terceira família se formou nisso. Está vendo aquele monte de irmãos ali na descrição? Desses aí o Nino é o único que faz parte da primeira família. Os outros são todos irmãos de coração. Essa família é a mais recente. Deve ter uns cinco anos. Eu sempre me confundo com os anos. É formada por um carinho IMENSO que temos um pelo outro. Tão grande que eu me emociono só em pensar. Um cuidado grande de um para o outro. Uma saudade que faz a gente pegar um avião e ir passar uma semana na casa do outro, e sempre querer ficar mais um pouquinho. Um amor que não sabe o significado da palavra virtual. Só existe a realidade, seja qual for o meio que ele se utiliza para chegar à outra pessoa.

A última família só existe nos meus sonhos, por enquanto. É o meu maior sonho. É a família que eu vou formar a partir de... vocês vão saber quando. Por enquanto só existem duas pessoas nela: Haralan e Annie. Com o tempo chegarão outros integrantes, que depois vão sair de casa e vão adicionar mais pessoinhas lindas a essa família, que na verdade nunca diminui de fato. Só aumenta. Aumenta sempre de um jeito diferente, mas sempre aumenta. Quer saber? Mal posso esperar.

te amo três vezes o infinito ao cubo!!

Família

sábado, 11 de dezembro de 2010

Laurie e Hope decidem viajar para o Havaí quando estão na faculdade, mas adiam essa viagem por tanto tempo que vão pra lá comemorar os seus quarenta anos. Novamente temos a dupla amiga engraçada e amiga fofa que fez muito sucesso e... continua fazendo. Só que é diferente porque elas revezam nesse papel de engraçada e fofa. Deu pra entender?

Laurie e Hope, melhores amigas na faculdade, se encontram de novo depois de anos - cada uma casada e com três filhos. A ideia da viagem para o Havaí surge alguns anos depois desse reencontro. Enquanto Laurie, casada com um pintor famoso, quer recuperar sua identidade e se sentir realizada fazendo alguma coisa que não seja ficar à sombra de seu marido famoso já viram alguém falar disso alguma vez? Hope está grávida de uma menina, depois de três garotos, aos quarenta anos.

The first twenty years are all about charm. From twenty to forty, it's about beauty. Forty to sixty is the contentment season, and then sixty to eighty are the dignity years
Os primeiros vinte anos são de puro charme. Dos vinte aos quarenta, são de beleza. Dos quarenta aos sessenta é o tempo do contentamento, e dos sessenta aos oitenta são os anos de dignidade.

A história é linda. Uma viagem de redescoberta. Arriscaria até dizer renascimento. Sabe aquela crise que as mulheres tem quando completam trinta/quarenta/cinquenta... anos? Hope e Laurie descobrem que a vida não acaba aos quarenta anos e que nunca é tarde para realizar os sonhos.

Sisterchick: é uma amiga que compartilha as mais profundas riquezas do seu coração, te ama como irmã, e te dá um chá de realidade quando você está sendo infantil.

Quando eu terminei de ler às três da madrugada me deu vontade de pegar o primeiro avião que saísse pro Rio ou pra BH. Aí eu lembrei que a próxima reunião de sisterchicks será aqui. Delícia! Em três semanas, vamos fazer história ;)

Esse livro ainda não tem tradução para o português. Se quiser ler em inglês, pode comprar na loja da Robin!

Sisterchicks Do The Hula! - Robin Jones Gunn