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segunda-feira, 4 de março de 2013

Não ficou uma fofura??

Digam aí, vai...

Agora eu tenho que terminar de estudar a matéria da final de amanhã, que é o que eu deveria estar fazendo em vez de ter o grande insight pra alterar o a carinha do blog (coisa que eu queria fazer desde a última alteração, que nem ficou boa).

Por que a gente só tem essas grandes ideias e vontades e disposições quando na verdade tem que fazer outra coisa?

Enfim, vou lá estudar.

Um beijo!

(Sério, digam o que acharam!! :D)

OMG! O Com tudo o que sou mudou de cara!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Fantástico. Divertido. Profundo. Engraçado. Emocionante. Belo. Cativante. Ri. Chorei. Senti.
Agora quero ver tudo isso em um filme!
As palavras clichezentas acima foram escritas a lápis na última página do livro tão logo terminei a leitura. Eu comecei com todos os preconceitos possíveis, tudo porque assisti P.S. Eu te amo em uma festa do pijama quando estava no terceiro ano do Ensino Médio e unanimemente afirmamos que poderíamos ter feito coisa melhor, como empapelar a casa de alguém ou brincar de verdade ou consequência, ou brincar de verdade ou consequência e, em razão disso, empapelar a casa de alguém. Ah, sim, Se você me visse agora é da mesma autora com cara de modelo francesa: Cecelia Ahern. (Sou a única que fala Cecélia pra não esquecer que são dois Es?)

A história é sobre Elizabeth, seu sobrinho Luke e o amigo imaginário invisível deles, Ivan. Essa é uma daquelas histórias em que já se sabe mais ou menos onde vamos chegar, só não se sabe como. Bem, Cecelia escreve romances e este É um romance entre Elizabeth e Ivan. Mas como?

Elizabeth é uma chata. Uma chata quadrada. Um cubículo. Uma adulta de verdade. Não há nenhum espaço em sua vida para subjetividades, imprevistos, novidades, surpresas, ou qualquer coisa feliz dessa vida. Elizabeth tem uma vida bege com superfícies impecavelmente limpas, mas armários completamente bagunçados por dentro, trancados a chave porque ela sabe que não conseguiria dar a volta por cima se as coisas fugissem completamente ao seu controle novamente. Ela não corre riscos.

Coisa-linda-que-
vontade-de-apertar!
Ivan... bom, quantos anos ele tem? Na minha cabeça, o Ivan é a cara daquele mocinho de De Repente 30 do Mark Ruffalo (se bem que eu acho que o Ivan tem olhos azuis.. como se Hollywood ligasse para as características físicas dos personagens, né?). Ele é fofo, engraçado, mistura a sinceridade espontânea de uma criança com a sabedoria de quem já viveu muito. Ele é a cor que estava faltando na vida de Elizabeth. E a cor é azul como o mar azul como no coração uma doce... Ivan é um amigo invisível profissional cuja missão é ensinar Elizabeth a viver e, de repente, aprender alguma coisa sobre a vida.

Além deles, temos Saoirse (tive que colar do livro pra escrever direito - a pronúncia é algo como 'sersha'), a irmã completamente maluca de Elizabeth, mãe do Luke, uma criança fofa, que é quem primeiro conhece Ivan. Luke é cuidado pela Elizabeth que, por defeito na parte imaginativa do cérebro, é incapaz de compreender o que é uma criança. Ainda, temos a sócia maluquete de Elizabeth, Poppy; Benjamin, o cliente que não toma banho; Joe, dono da única cafeteria de Baile na gCroite (é o nome do lugar. Esses irlandeses...), e os amigos de Ivan: Opal, Calendula, Bobby, Tommy, Olivia.

É a típica comédia romântica, com personagens muito bem construídos, com vida própria, com uma diferença básica de todas as comédias românticas do mundo: você não sabe como vai acabar. Quer dizer, dá pra ser feliz pra sempre com um amor invisível? Por que não? Essa é a grande descoberta da história. E não sou eu quem vai estragar isso.

Extras

O exemplar que eu li é meu mesmo. Ganhei da Ju-Fina-Flor no amigo secreto das Sisterchicks. Aliás, ô menina que sabe dar presente! Ganhei dois livros bem diferentes, mas que são, os dois, a minha cara. Amei!

No Brasil ele está no catálogo da Rocco (que, pelo preço dos livros, poderia ter um site melhorzinho, né?) A capa é bonita, daquelas que fazem muito sentido pra quem já leu e que deixam quem não leu cheio de perguntas. Infelizmente a capa descolou. Logo depois de ganhar o livro no Rio, viajei pra casa do meu namorado. Aí emprestei o livro e a pessoa resolveu usar as orelhas da capa como se fossem marcadores. Arrebentou com a capa e eu nem pude falar nada. Sabe aquela pessoa com quem a gente não deve se meter? Aquela, que começa com so e termina com ra? Pois é :/

Um minuto de silêncio, por favor.
Dá uma decepção também porque os livros da Rocco são caros e, se um livro é caro, a gente não espera tamanha fragilidade. Falando em qualidade, a tradução é quase ótima. Tirando uma 'a estrada sequer tinha nome, o que ela achava procedente' e um 'she knew better than' ao pé da letra, mais um ou dois erros de digitação. Apesar do papel ser branco, o estilo e o tamanho da fonte são agradáveis e os espaços são bem confortáveis para a leitura.

Foi confirmada a adaptação do enredo para o cinema, com Hugh Jackman no papel de Ivan. Por falar em adaptação, o título original é If you could see me now, traduzido literalmente na versão brasileira, mas nos Estados Unidos o nome é A Silver Lining. Oi? Pois é.

O livro pode ser comprado nas principais livrarias (menos na Cultura e na Fnac, pelo menos no site já esgotou) como Curitiba, Travessa, Saraiva, Submarino.Mais informações no site da Cecelia Ahern, na Wikipedia (em inglês) e no Skoob. Ah, claro, tem as citações no Tumblr. Divirtam-se e depois me contem ;)

Se você me visse agora (Cecelia Aherns)

sábado, 5 de março de 2011

Todo mundo tem um vício de consumo, certo? Dizem que as mulheres são campeãs nessa categoria, mas eu é que não vou confirmar, né? Só posso falar do meu próprio vício. Eu sempre quero mais um. Confesso que não compro muitos, aliás, há muito tempo não compro. (Pode ser considerado vício de consumo quando eu acho que nunca comprei?) O fato é que eu tenho muitos vestidos. E não me importo nem um pouco de ter mais.

Meu guarda-roupa é bem pequeno, tem só duas portas. Acho que, sem contar aquelas roupas velhas, aquelas que só se usa em dia de faxina ou pra dormir, eu devo ter umas duas calças jeans, umas oito blusas, e uns vinte vestidos. E eu não estou atrás de nenhuma roupa nova, mas se me oferecer um vestido... eu vou amar! 

Pense comigo. Se eu tivesse cinquenta e dois vestidos, eu teria um para cada semana do ano. O que não é muito. Eu poderia repetir cada vestido sete vezes por ano. Sabe como é, vestido marca. Você não pode ficar repetindo vestidos sem deixar passar um tempinho. Em geral, eu sou contra o consumismo. Tanta gente precisando e você monopolizando todos os sapatos do mundo. Sabia que só dá pra usar dois de cada vez? Pois é, e se você repetir, ninguém vai notar. A menos que use o mesmo sapato todos os dias, aí o cheiro denuncia, né?

Tudo bem, não precisa ser cinquenta e dois vestidos. Pode ser só uns trinta. Até porque nem todos os vestidos são versáteis também. Eu não posso ir trabalhar com meu vestido preto de paetês. Tem também aqueles que só dá pra usar em ocasiões especialíssimas, e esses eu nem deixo aqui. Mando para a vovó que tem um atelier pra alugar pra alguém. Melhor que ficar aqui ocupando lugar. Ah, entreguei. Eu não compro vestidos, compro tecidos. Depois eu falo como eu quero e pergunto se dá. Nos detalhes mãe, avó e tias se viram, e muito bem. Privilégio, né? 

Não sei porque gosto tanto de vestidos. Tenho paixão por vestidos. Estou entre aquelas que assistiram o Oscars para ver os vestidos. Aquelas que acham que não existe roupa que valorize mais o corpo feminino. Gosto dos curtos, compridos, médios, rodados, justos, cheios de fricotes, ou completamente lisos. Além do mais, meu corpo não faz muitas exigências quanto ao formato. Quase todos os vestidos são bem-vindos.

PS1: Talvez eu tenha decepcionado alguém que esperava que eu dissesse que meu vício de consumo são os esmaltes. Eu tenho alguns esmaltes, e a mania de comprar vários de uma vez passou. Agora estou mais interessada em gastar os que eu tenho.

PS2: Quanto aos livros, talvez meu vício seja ler, mas definitivamente não é possuir. Muitas vezes prefiro pegar emprestado do que comprar. Mas se ganhar, é muito bem-vindo, tá? 

Vício de consumo

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sabe aquela palavra... Aquela que todo mundo sabe o que é, mas ninguém fala? Não é palavrão, não. É cisma, tabu, preconceito, sabe? Sabe quando a gente sabe que não tem nada a ver, mas mesmo assim fica arranjando sinônimos pra não ter que dizer aquela palavra? Ou quando a gente acha, sim, que essa palavra tem um significado forte demais pra ficar soltando assim por aí, mas ninguém mais acha isso. Minha mãe tem um problema sério com algumas palavras. Aqui em casa é guerra mesmo. Proibido.

Desgraça - não importa se eu bati o dedinho do pé na quina da estante/guarda-roupa (minha casa é um labirinto de estantes e guarda-roupas) ou se estou falando sobre as misérias que aconteceram na região serrana do Rio ou da fome na África. Não vá falar desgraça! Mas mãe, foi uma desgraça o que aconteceu no Rio, ou você acha graça nisso? Desgraça é falta de graça e a graça de Deus é abundante. Ponto final. Então tá, né?

Diabo - Certo. Esse é um tabu que se estende além das fronteiras da casa da minha mãe. Tem gente que se arrepia só de ouvir. Não fala o nome dele, não, menina! Vai que aparece, né? Que foi? Tá com medo? Você tem medo dele? Ah, faça-me o favor! Esse infeliz já está derrotado desde a sua existência, você tem medo de quê? É claro que a gente não vai ficar por aí falando 'diabo' a toa. Parece coisa de doido. Mas se tiver que falar, pra que ficar usando eufemismos, dando dicas sobrem quem você está falando só pra não ter que juntar essas cinco letras? Detesto eufemismos...

Adivinha! - Não é pra adivinhar a próxima palavra. Adivinhar é pecado. Então, por que você não tenta descobrir por meio da lógica ou do chute qual é a próxima palavra? Eu sei, isso é adivinhar, mas a gente finge que não é, tá? Adivinhar é pecado. 

Tudo bem, alivio as coisas pra você. Não precisa... chutar qual será a próxima palavra. Você já entendeu a brincadeira, então diga você mesmo. Vou adorar amar ver isso.

PS: Por falar em palavras, tem mais palavras minhas em outro blog. Pra quem curtia o Pirralha, agora eu expresso toda a minha juridiquite no Verbete Legal. O post de hoje é o primeiro e você é meu divulgador oficial, tá?

Palavras Proibidas

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Eu sou doce. #oooooown Por onde quer que eu vá o Senhor sempre... arranjo pelo menos uma criança pra chamar de minha grudar em mim. Na verdade sempre há mais que uma, mas entre todas, uma é a preferida.

Em Peabiru era a Joana, meu primeiro neném. Uma boneca loira com os olhos mais azuis do mundo que só queria saber do meu colo. E eu tinha uns dez anos. Com ela eu aprendi a dar colo e papinha e trocar fralda.

Em Cascavel tive o Samuel. Eu até hoje digo pra mim mesma que o ensinei a andar. Um orguuuulho! Ele tinha a risada mais gostooooosa do mundo, só que ele não era só meu. Sabe como é, né? O garotão queria tooodas!

Em Foz do Iguaçu foi o caso de amor mais longo e profundo de todos. Conheci a Tammys com menos de um mês e acompanhei o crescimento dela por quatro anos e meio. Morro de saudade da minha princesa que ta indo pro Pará.

Mal cheguei aqui (Como assim? Já vai fazer um ano? Quer dizer que vou perder essa desculpa?) e já tenho uma amiga-pra-toda-vida com menos de um metro. A Alanis grita AMIGAAAAAA de longe e até no culto, e de tanto eu ensaiar com a mãe dela a música Não é Tarde, ela associou a música à minha pessoa. Então é sempre "amigaaa.. tarde.. azuuuul". Uma linda de um ano e meio.

Alanis fazendo careta
Ela também canta Não é Tarde comigo, mas eu não posto videos aqui hehe

Amiga tarde azul

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Eu não sou letreira letrista letrada letróloga como é que se chama quem faz Letras? Enfim, eu não faço Letras, faço Direito. Mas bem poderia fazer Letras porque amo as palavras. Por que existe um curso de Letras e não um de Palavras? Ou por que Letras se chama Letras e não Palavras?

Eu gosto de ficar pensando nas palavras, além do significado delas. Sabe quando você encontra uma palavra estrangeira e, mesmo sem saber o seu significado, gosta do som de sua pronúncia? Já experimentou fazer isso com uma palavra que você conhece?

Esqueça o que ela significa, o que você lembra só de pensar nela. É isso aí, não vale pensar. Tem que mover os lábios. Vamos começar do óbvio. Pronuncie PALAVRA. Sentiu a pronúncia do L? Do R? Não é engraçado como sai tão naturalmente, e mesmo assim essa mesma pronuncia parece difícil em outros idiomas? O que achou? Que gosto tem?

Pronuncie GOSTO. Não, ninguém está te achando idiota por ficar aí falando sozinho. Você está lendo. Pessoas falam quando leem Ou eu sou a única? Que gosto GOSTO tem? Eu gosto dessas duas palavras, são palavras, bonitas, agradáveis. Mas existem palavras feias também. BORRACHA. Não gosto. Acho muito esquisita. É claro que eu falo borracha, mas se eu parar pra pensar na palavra... Hmm, não gosto dela.

Sabe uma palavra legal? FLOR. É legal e é difícil. Exige muita prática, se você ainda não percebeu. Peça pra uma criança dizer 'FLOR' e assista o esforço infantil para pronunciar corretamente a palavra (ou a simplicidade de dizer 'fô' sem o menor constrangimento).

São tantos anos convivendo com esse idioma que a gente deixa de apreciar, né? Muitas vezes quem estuda um idioma além do que foi forçado a aprender na infância tem sua palavra preferida, pelo som, pelo movimento. Eu gosto de BEHIND. Nada relacionado ao significado da palavra (atrás), mas é legal falar. THOUGHT também. Faz um movimento interessante com a boca-língua-etc. Em alemão eu gosto de KOMMST. E de BIER. A palavra, ta?

PS¹ Por que ao aprender um novo idioma nós nos constragemos a saber tudo de uma hora pra outra? Por que não fazemos como as crianças, que se deixam aprender tentando?
PS² Alguém mais já pensou nas palavras desse jeito? Ou é mais uma da minha mente me fazendo pensar que as minhas anormalidades são normais?
PS³: Não me surpreende nada no último teste de AH (altas habilidades - guarde essa sigla!) ter 'descoberto' que a minha primeira habilidade é a escrita e a segunda a leitura.

Palavras

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para contar uma história e ele conta a dos três Porquinhos.

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando.

P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil.
P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.
P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde "n" é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.
Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.
Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo "o máximo".

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:

- Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2. Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:

- Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem. Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1.Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.

P1: O que houve?

P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.

P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)

LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até aquele tal de Confea

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do...do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era
ecologicamente correta.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33.300 N (Newtons) LM para cima.

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

a) o deslocamento no eixo "x", tomando como referencial a chaminé.

b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e

c) o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico).

Não me levem a mal os... os... comunicadores e expressivos visuais. Eu nem sou engenheira, nem nada. Só morro de rir com essa piadinha nerd haha

Os Três Porquinhos - Histórias de um Papai Engenheiro