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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Churrasco Coisa que eu gosto demais é abrir a casa pros amigos. E casa cheia aqui no sul significa churrasco. A melhor parte é que eu passo menos tempo na cozinha e mais tempo no violão. Dá pra ficar melhor?

Primavera Pra quem gosta de viver coloridamente, a primavera é o melhor período do ano. Quente, mas não tanto. Chuva, mas não muita. Flores, flores, flores. Cores, cores, cores. Céu azul, azul, azul. Não dá pra ficar triste na primavera. (Exceto se você tiver alergia ao pólen, meus pêsames)

Aniversários Setembro é o mês em que a maioria das pessoas que eu conheço na vida fazem aniversário. Não, pera... É o mês com a maior concentração de aniversários de pessoas que eu conheço, incluindo uma mãe e dois irmãos <3

Curitiba Curitiba será minha por uma semana inteira. Ou eu serei dela. Tanto faz, eu nem me importo. Só sei que estarei lá, com o coração batendo forte de alegria.

Computador Da última vez que visitei meus pais, no penúltimo dia meu computador de repente não quis mais ligar. Deixei na UTI aos cuidados do meu técnico/pai, e o bonitinho já está em plena forma, melhor do que sempre, só esperando a mamãe buscar.

Fall season De um ano pra cá eu virei uma dessas pessoas viciadas em séries. Nesse mês estreiam as novas temporadas de várias que eu acompanho: Grey's Anatomy, The Big Bang Theory, The Good Wife, Once Upon a Time, Modern Family, Scandal, Resurrection, Castle... (sim, eu vejo muitas séries)

Feira do livro A 10ª Feira Internacional do Livro acontece sempre em Foz do Iguaçu e sempre em setembro. Nesse ano homenageia Ariano Suassuna, com 12 horas diárias de programação, além de livros em oferta e o marido abrindo a carteira com gosto #oremos

Bodas de papel Sim! Já faz UM ANO que a gente casou no civil, e não contou pra ninguém, pra não confundir as pessoas e evitar perguntas do tipo "ué, mas vcs não vão casar em janeiro? como assim casar agora? por quê? blablabla". Como comemoramos os aniversários? Em todas as datas, é claro!

Independência Já raiou a liberdade, já raiou a liberdade no horizonte do Brasil... Para a maioria das criança, 7 de setembro significa desfile. Para a maioria dos adultos, significa um feriado. Para mim, será um dia dedicado à reflexão sobre a liberdade. E pra você?

Livros novos Aproveitamos que a Amazon passou a vender livros físicos e... não compramos nada, porque a loja só aceita cartão de crédito como forma de pagamento :/ Mas a vontade era tanta de quebrar o jejum de OITO MESES SEM COMPRAR LIVROS (e a listinha só crescendo...), que fizemos o mesmo pedido em outra livraria. Devem estar chegando :)

Política Em plena campanha eleitoral, não dá pra escapar do assunto esse mês. Presidenciáveis, horário eleitoral gratuito, candidatos com nomes esdrúxulos, debates... a gente vê por aí (plim!). Mas você se lembra em quem votou nas últimas eleições? (Eu tenho uma coleção de decepções: Marina, Beto Richa, Ratinho...)

Em setembro tem...

segunda-feira, 11 de março de 2013

1) Meu cabelo está lindo hoje e eu não tirei nenhuma foto. (Vamos começar com essa?)

2) Mais amor por favor em BH. Tirando a recepcionista super simpática e solícita do Museu de Artes e Ofícios e outros que ficam no meio termo (dá pra contar nos dedos), fui atendida por um monte de gente sem amor no coração. No supermercado, na farmácia, no Subway (a mulher montou meu sanduíche com o recheio pro lado de fora - muito <3 pela profissão, né?), no ônibus...

3) Não dá pra comprar "queijo" em Minas sem um curso de queijologia. Existe uma infinidade de queijos, sem contar os que não são mineiros. E o "queijo minas" que eu compro em Curitiba é "ricota" #chocada

4) Estou lendo Becky Bloom e não consigo rir. Mas gargalho no ônibus com minha timeline no twitter. Vocês são demais.

5) Também estou lendo Under a Maui Moon, o livro mais estranho que a Robin já escreveu - porque os livros dela são meio iguais e esse não parece nada com nenhum dos 18 (?) outros livros dela que eu já li.

6) Também estou lendo (é o último, sério) The Rescuer, da série O'Malley. A história no momento se passa em um período anterior ao do primeiro livro da série. Apesar de estar ansiosa pra saber o que aconteceu com o gracinha do Stephen depois do que aconteceu no livro anterior, a história em flashback está bem legal.

7) Oz é um filme MUITO engraçado. As melhores piadas são: a das bananas, o macaco mugindo e a erguidinha de pé da bruxa boa hahahahaha (Mas tem muito mais piadas. É um filme hilário, mas que também tem aquelas aparições repentinas pra vc ficar se assustando no cinema. Imperdível.)

8) Nada de notas da faculdade. Tenho os melhores professores do mundo ou não? ...

9) Meu joelho manda avisar que encontrou o chão de Minas Gerais e ele manda lembranças a todos.

Diário de Viagem #1

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012



Os últimos meses foram os mais difíceis para este blog. O maior período de silêncio para mostrar que esse negócio de greve não facilita a vida de ninguém. "Ai, que beleza, quatro meses de férias" uma ova. Quatro meses de estudo, seguidos por cinco meses de... jogos vorazes acadêmicos. Eu sou da turma do penúltimo ano, que não tem todo tempo do mundo pra recuperar o tempo perdido, mas que ainda assim entrou em greve (os últimos anos nunca entram em greve, pelo menos não aqui).

Então, nos últimos meses eu tive milhares de trabalhos e provas e trabalhos e artigos e provas em sequência. Sem contar que, além de estudar, eu tenho um trabalho e um estágio, tenho um namorado e uma família, tenho uma pretensão ao mestrado, tenho coisas demais pra manter um blog ativo em plena arena. 

2012, que pra mim só acaba em fevereiro, foi um ano de muita correria, mas que também teve bons resultados. A minha biblioteca triplicou, as minhas notas subiram, consegui participar da vida das pessoas que amo, comecei a trabalhar na área que eu mais gosto na vida, o mundo não acabou, tive um artigo aceito em uma conferência internacional sediada no Japão, terminei o ano no azul.

Aliás, lembram do projeto 101 em 1001? Os 1001 dias terminariam em novembro de 2012, e embora eu não tenha cumprido toda a lista, consegui algumas coisas interessantes. Fui ao Rio e a Foz do Iguaçu, também a uma praia em SC e a Florianópolis, que é uma ilha, e a São Luis, onde nunca pensei que fosse chegar tão cedo. Encontrei minhas amigas de infância e descobrimos que todo o nosso "em comum" hoje se resume às lembranças. Li muitos livros. Vi vários filmes. Comecei a acompanhar algumas séries. Dei muitos presentes.

O Com tudo o que sou também teve seus momentos, com várias postagens muito visualizadas, e eu espero continuar nessa força pra fazer um post específico em seguida, pra não ficar devendo. Quem andou mais parado ainda foi o Verbete Legal, que é uma ideia super legal, mas que precisa de mais inspiração do que pra escrever aqui, onde qualquer coisa vira assunto.

Eu não vou prometer nada, exceto que os blogs continuarão aqui. Pode ser que venham muitos posts depois desse, pode ser que só quando eu estiver de férias, ou talvez só depois das férias. Talvez eu só venha aqui esporadicamente, mas vou manter esse cantinho. Estou estudando uns colaboradores com postagens mensais ou semanais, pra não deixar a peteca cair quando eu estiver no sufoco do TCC, do estágio obrigatório ou das provas para o mestrado.

Então, quando o blog parecer assim, meio abandonado, quero que vocês tentem ficar felizes por mim, porque isso significa que provavelmente estou muito ocupada fazendo alguma coisa que me deixa ainda mais feliz que isso aqui. E olha que meus blogs me deixam muito, muito feliz.

Não sei se amanhã ou bem depois, mas a gente se vê ;)

Adeus, 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Desde a semana passada, as tardes preguiçosas de domingo ficaram muito mais interessantes com a estreia do ‘tal do’ The Voice. Não que o programa seja lá uma maravilha, já que 09% da graça está em acompanhar os comentários da Cintia e da Lilian no Twitter (e os meus também, já que nunca fui modesta). De vez em quando também parece um Felipe pra perguntar o que está acontecendo, de onde veio e pra onde vai. Quem me viu no twitter nos últimos domingos já sabe o que eu procuro nA Voz: PODER. Vozes meiguinhas são confortáveis, boas de se ouvir num dia de chuva, depois de um dia complicado no trabalho, voltando de ônibus, sentada, com a cabeça encostada na janela (se fosse em pé, seria um rock bem pesado, pra ajudar a fluir a raiva enquanto xingo um tal de Murphy que inventou as quintas-feiras). A VOZ tem que ser uma voz que arrepia, que mexe com o estômago da gente, que faz o coração bater bem forte. De preferência que comece suave, pra não assustar a freguesia, e vá crescendo, crescendo, até alcançar O PODER e levar as mocinhas do sofá a um or... dar um gritinho incontido de emoção.
 
A música da semana é assim, e eu gosto muita dela porque ela fica bem na minha voz. (Vamos relevar o fato de que ela originalmente é em G e eu canto em E, um tom e meio abaixo, porque na verdade esse fato apenas comprova a injustiça desse mundo onde os belos contraltos são oprimidos pelos sopranos irritantemente agudos ~no hard feelings~). Ele é Exaltado é uma música antiga, originalmente He is Exalted, da Twila Paris (ela só começa a cantar depois de 2:30; a roupa dela não é engraçada?), com versão em português de Adhemar de Campos, e é impressionante como a letra se encaixa perfeitamente com a melodia crescente. Ah, vamos somar dois mil pontos a favor da música simplesmente pelo fato de se tratar de uma música curta, que não precisa vencer ninguém pelo cansaço. Em menos de dez compassos 6/8 (Atenção: estou marcando o tempo com os dedos no meio de uma aula de processo penal. Tenho todo o direito de estar errada.) a música cresce e emociona. (Everybody hates músicas de quatro versos que duram dez minutos). E é pra isso que serve a música: pra alcançar o coração das pessoas, emocionar.
 
[coloco o vídeo assim que decidir qual vídeo eu vou incorporar no post ;)]
 
(Falando em emocionar, preciso dizer que essa semana carrega fortes emoções, a começar com cantar essa música no domingo à noite; depois começar a ler Jogos Vorazes na segunda-feira, terminar o livro no dia seguinte – fiquei lendo até uma da manhã, já faz oito horas, e ainda estou emocionada; começar A Visita Cruel do Tempo na quarta-feira... tomara que eu não esteja na TPM, porque, nesse caso, se vier um caso de abuso sexual na minha mesa eu vou chorar).





Música da Semana: Ele é Exaltado (Adhemar de Campos)

domingo, 29 de janeiro de 2012

Leitora desde criancinha. Pra quem já lia aos três anos, não poderia ser diferente. Uma das lembranças mais legais da minha infância numa cidade pequenininha no interior do Paraná era quando minha mãe me levava com ela para a faculdade. Eu já sabia o caminho da biblioteca de cor, e enquanto ela assistia às aulas, eu ficava na biblioteca até ela aparecer e eu implorar pra levar uns dez livros pra casa. Depois nós esperávamos no ponto de ônibus pra voltar pra cidadezinha onde morávamos comendo sonho de goiabada que era vendido na porta da faculdade a cinquenta centavos.

Foi nessa parte da minha infância que eu conheci a Emília, a Clara Luz e o Tintim. Eu me sentava ao pé da estante de literatura infanto-juvenil, retirava os livros e os devorava ali mesmo, no chão. Lendo, relendo, relendo... A coleção do Tintim era quase completa. Não que eu soubesse o que era uma graphic novel. É claro que eu consumia todas as revistinhas da Turma da Mônica, mas o Tintim não era uma revistinha. Ora, só porque vem em quadrinhos, não deixa de ser um livro. Um livro em forma grande, mas que não tinha muitas páginas - o Sítio do Picapau Amarelo tinha livros maiores -, de capa dura e todo colorido.

Minha mãe se formou há uns dez anos... eu nunca mais vira o Tintim. Encontrava a Emília o tempo todo, e tive um pequeno ataque de histeria quando descobri a Clara Luz na biblioteca da faculdade onde agora eu era a aluna, mas o Tintim só me encontrou de novo recentemente, quando vieram os rumores sobre o filme. De repente as livrarias muniram-se de exemplares - infelizmente não como aqueles da infância, uns de capa flexível ou edições comemorativas do texto adaptado para o cinema - e, poxa vida, eu tinha que assistir a esse filme!

Não só assisti, como arrastei o namorado - que comprou a tal edição especial de presente de aniversário para o irmãozinho que agora tem 12 anos - o cunhado e a sogra para ver a sessão promocional da quarta-feira, já que só estão passando o filme em 3D na Roça Foz do Iguaçu e é caro levar todo mundo em sessões mais tranquilas. 

A adaptação foi das melhores que eu já vi. Muitas coisas foram modificadas, mexendo até no curso da história escrita por Hergé, mas foram muito bem feitas. Por exemplo, no filme, o Capitão e o Tintim não se conheciam, no livro, a história começa quando o Tintim compra uma réplica de um navio para presentar o Capitão, mas isso não compromete a história e deixa as coisas até mais interessantes, já que você perde um pouco da sensação de continuidade quando o enredo muda drasticamente.

Outra coisa que eu amei foi a adaptação do desenho 2D para a animação nas telas. Preferi não ver nenhum trailer, nenhuma crítica, nenhum comentário, então ainda tinha a curiosidade de como os meus amiguinhos de desenho seriam retratados. Gostei do trabalho que fizeram com eles! Só um detalhe contou em desfavor: os efeitos 3D. Que efeitos 3D?! Eram quase todos muito sutis... assim nem tem graça, né? Aquele jogo de sombras que você não consegue assistir direito sem os óculos, nem vê muita coisa com eles. Eu sempre fico meio decepcionada quando sou obrigada a ver um filme em 3D porque geralmente pago mais caro por algo que não compensa...

O filme é divertido, leve, e ao mesmo tempo traz cenas emocionantes de ação e mistério, assim como as histórias do incrível Hergé. Para públicos de todas as idades, para os que já conheciam o Tintim e para os que nem gostam de ler, aproveitem as férias e as meias entradas enquato podem! (Quem não tem férias nem meia entrada, sinto muito ajuda?)

PS: Assisti o filme dublado e ouvi dizer que alguns dubladores eram os mesmos do desenho animado do Tintim. Não sei dizer porque não assistia o desenho. Acho que não era do meu tempo...

As aventuras de Tintim (filme)

segunda-feira, 21 de março de 2011

É incrível como os estúdios podem transformar uma história incrível em um filme sem graça e confuso, mas também transformar uma história sem sal nem açúcar em um filme emocionante! Essa nem de longe foi a crônica de que mais gostei (Olha a resenha das crônicas aqui!), mas a adaptação para as telas me conquistou.

Eu francamente não entendo porque não fez tanto sucesso quanto o primeiro filme. Quer dizer, talvez eu entenda. O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa tinha um tom mais... lúdico. Príncipe Caspian é cheio de batalhas e ação o tempo todo. Não tem tantas cenas fofinhas e engraçadinhas. Mesmo algumas que existiam no livro foram cortadas. (Como a parte em que Aslan brinca com o anão. Se bem que não sei se isso seria mesmo bonitinho, não consigo imaginar). Mas e daí? Eu amo ação!

Quebrando paradigmas desde 1992. "A guerra é o resultado da imbecilidade humana". Concordo. Mas um bom filme de guerra eu não dispenso. Não sou nada mulherzinha no cinema. Gosto da ação, gosto das cenas de batalha, dos discursos pré-combate, dos gritos de fúria e êxtase dos combatentes. Só não curto filmes de artes marciais, que sempre têm um velhinho com uma coluna melhor que a minha. Inveja é fogo...

O enredo nos primeiros minutos de filme parece confuso, mas, como eu disse a adaptação foi brilhante. Magnífica. Mesmo tendo suprimido toda a parte da criação de Caspian com a ama e depois com o tutor (esqueçam a ama, ela não é nem mencionada), logo dá pra entender porque Caspian está fugindo do castelo onde ele é o príncipe. Não é todo remendado como A Viagem do Peregrino da Alvorada, cheio de lapsos de tempo. A cronologia foi muito bem trabalhada, melhor do que no livro.

Mas vamos deixar isso pra lá que eu estou doida pra falar da cena da batalha no castelo! Completamente ótima, se a intenção foi me deixar aflita. O modo como eles chegam, tudo o que dá errado e tudo o que dá certo. Ah, e a luz, né? A penumbra deu o clima perfeito. Destaque também para as criaturas, muito bem 'montadas'. Os centauros e minotauros, principalmente. As vezes em que a câmera focaliza o Pedro marcam os estágios de consciência dele diante dos acontecimentos na batalha.

O duelo não marcou muito. Poderia ter sido melhor trabalhado. Não sei se foi a coreografia, o jogo de câmeras, os atores, o fato de não desviar o foco deles em praticamente nenhum momento... A cena da Feiticeira Branca ficaria melhor com menos luz. Mas é só o meu palpite, e eu nem sou muito de assistir filmes, né?

Vamos voltar às batalhas. Falei que eu amo gritos de guerra? E aquela coisa daquele povo correndo, com aquela cara de bravura, encarando todo mundo!! A estratégia deles me deixou maravilhada. Amo ver as estratégias! #aempolgada Mas deixa pra lá. Surpresa, tá? Quando você assistir o filme, faz cara de Ohh! Eu não fiz bem essa cara, estava pulando e gritando. Ahh, o conforto de assistir filmes em casa. Se alguém fizesse isso no cinema, eu mataria.

Mais uma coisa! Amei o destaque pra Suzana na última batalha. Quer dizer, não foi bem um destaque, mas ela estava lá. E se não estava em destaque, também não estava inferior a ninguém ali. Lutou feito gente grande! Sempre achei ela bem sem graça, mas ganhou meu respeito. Já não era sem tempo, né?

Conclusão: É mil vezes melhor do que os outros dois filmes já lançados, e eu quero que lancem logo os outros. Bom, é melhor eu fazer bastante torcida pra que lancem, já que até isso é incerto. Mas será que logo é pedir muito demais?

PS: Eu tentei não dar spoiler, mas... NÃO OLHE AGORA! Eu duvidava com todas as minhas forças que ia rolar beijo no final. Me surpreendeu demais hahaha PODE ABRIR!

Príncipe Caspian (Filme)