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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012



Os últimos meses foram os mais difíceis para este blog. O maior período de silêncio para mostrar que esse negócio de greve não facilita a vida de ninguém. "Ai, que beleza, quatro meses de férias" uma ova. Quatro meses de estudo, seguidos por cinco meses de... jogos vorazes acadêmicos. Eu sou da turma do penúltimo ano, que não tem todo tempo do mundo pra recuperar o tempo perdido, mas que ainda assim entrou em greve (os últimos anos nunca entram em greve, pelo menos não aqui).

Então, nos últimos meses eu tive milhares de trabalhos e provas e trabalhos e artigos e provas em sequência. Sem contar que, além de estudar, eu tenho um trabalho e um estágio, tenho um namorado e uma família, tenho uma pretensão ao mestrado, tenho coisas demais pra manter um blog ativo em plena arena. 

2012, que pra mim só acaba em fevereiro, foi um ano de muita correria, mas que também teve bons resultados. A minha biblioteca triplicou, as minhas notas subiram, consegui participar da vida das pessoas que amo, comecei a trabalhar na área que eu mais gosto na vida, o mundo não acabou, tive um artigo aceito em uma conferência internacional sediada no Japão, terminei o ano no azul.

Aliás, lembram do projeto 101 em 1001? Os 1001 dias terminariam em novembro de 2012, e embora eu não tenha cumprido toda a lista, consegui algumas coisas interessantes. Fui ao Rio e a Foz do Iguaçu, também a uma praia em SC e a Florianópolis, que é uma ilha, e a São Luis, onde nunca pensei que fosse chegar tão cedo. Encontrei minhas amigas de infância e descobrimos que todo o nosso "em comum" hoje se resume às lembranças. Li muitos livros. Vi vários filmes. Comecei a acompanhar algumas séries. Dei muitos presentes.

O Com tudo o que sou também teve seus momentos, com várias postagens muito visualizadas, e eu espero continuar nessa força pra fazer um post específico em seguida, pra não ficar devendo. Quem andou mais parado ainda foi o Verbete Legal, que é uma ideia super legal, mas que precisa de mais inspiração do que pra escrever aqui, onde qualquer coisa vira assunto.

Eu não vou prometer nada, exceto que os blogs continuarão aqui. Pode ser que venham muitos posts depois desse, pode ser que só quando eu estiver de férias, ou talvez só depois das férias. Talvez eu só venha aqui esporadicamente, mas vou manter esse cantinho. Estou estudando uns colaboradores com postagens mensais ou semanais, pra não deixar a peteca cair quando eu estiver no sufoco do TCC, do estágio obrigatório ou das provas para o mestrado.

Então, quando o blog parecer assim, meio abandonado, quero que vocês tentem ficar felizes por mim, porque isso significa que provavelmente estou muito ocupada fazendo alguma coisa que me deixa ainda mais feliz que isso aqui. E olha que meus blogs me deixam muito, muito feliz.

Não sei se amanhã ou bem depois, mas a gente se vê ;)

Adeus, 2012

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Vocês estão falando com a mais nova estagiária de Direito do sul do Brasil! Uhul! (Mas você não tinha estágio? Tinha e tenho, mas aquele chefe virou cliente, e a gente já tinha combinado que eu poderia arranjar outro estágio se quisesse, até porque são só três horas por dia no outro estágio do ex-chefe-agora-cliente) Já fazia algum tempo que eu estava procurando estágios. Na verdade, eu nunca parei de procurar. Desde o ano passado fiz milhares de entrevistas (umas cinco, no máximo) e por isso posso dizer que TUDO O QUE VOCÊ OUVIU ESTAVA ERRADO! 

MITO 1 Em entrevistas, use esmalte claro.
Em uma entrevista, seja você mesma. Vocês, garotos, não precisam ler essa parte porque não usam esmalte. Eu gosto de esmaltes coloridos. Laranjas, verdes, azuis, roxos... E em várias entrevistas eu lembro bem da cor de esmalte que estava usando. Em apenas uma era um rosa bem clarinho (Gatinha, Impala). Em outra usei marrom (Marrocos, Risqué). Depois eu pirei de vez. Verde (Dote), roxo (aquele fosco da risqué que eu sempre esqueço o nome), e por fim, o sinal dos tempos: fui sem esmalte algum na última entrevista. Porque eu estava com um esmalte cor de rosa com brilhinhos muito infantil, e se tem coisa que eu tenho trauma é de parecer infantil. (Se você gosta de usar esmalte infantil, não se reprima. Seja você mesma!)

MITO 2 Cuidado com cores fortes
Cores fortes é o meu nome do meio. Bom, na verdade meu nome do meio é Adelinne, que significa 'nobre, princesa', nada que tenha muito a ver com cores fortes. Já deu pra ter a prévia com os esmaltes, né? Essa semana ouvi pessoas dizendo que eu sou chique, mas eu sou mesmo é berrante. Sei ser discreta, é lógico. Mas eu amo usar uma cor extravagante! Minha bolsa favorita no universo é laranja. Não laranjinha. Laranja. Não sei se alguém já percebeu que essa é a minha cor favorita. Hoje eu resolvi combinar um vestido verde com a bolsa laranja. Um LINDO vestido verde, aliás. E não fui prejudicada por isso. Só não vista o arco-íris inteiro de uma vez. Tenha parcimônia, por favor, tá?

MITO 3 Tente parecer normal e comum
Eu tentei. É sério, eu tentei. Arrumei meu cabelo curtinho (nem contei que cortei, né?) super bonitinho, mas fui de ônibus, em pé, em frente à janela. Quando cheguei lá, meu cabelo já estava todo alternativo (do jeitinho que eu gosto, por sinal). Comportado? Meu cabelo? Só com muita oração! Estava com aquele voluminho que só quem assume muito bem os cachos consegue suportar. E os brincos? Um grande e um pequeno. (Tinha uma haste entre a bolinha e a borboleta, mas a haste de um deles quebrou e eu emendei a borboleta direto na bolinha, aí ficou cada um de um jeito). Enfim, sempre disse que eu gosto de ser alternativa, de fazer diferente, de ter o meu jeito.

MITO 4 Cause uma boa impressão
Definitivamente você não precisa causar uma boa impressão. Seja lá qual for o papel que você interpretar no dia da entrevista, não vai conseguir mantê-lo durante todo o tempo que trabalhar ali (se for contratado). O resumo de toda essa ópera aqui é: seja você mesmo. Quem vai te contratar tem que gostar de você, do que você é. Não tenha medo de parecer bobo. Se isso acontecer, talvez você seja bobo demais pra aquilo que precisaria enfrentar. Não, não tente causar uma boa impressão. Seja uma boa impressão.

Adendo (palavrinha de jurista essa, né?): Se você tem um blog, por que não colocá-lo no currículo? Já tive muitas oportunidades por causa de blog. Oportunidades de vários tipos. E nunca perdi a liberdade de falar o que eu quero por causa disso. Aliás, na penúltima entrevista que eu fiz ficamos, eu e o entrevistador, a metade do tempo conversando sobre o blog e Os Meninos da Rua Paulo :)

Desmitificando as entrevistas

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sabe o que enche um balão, né? Não é o ar, o gás... é a pressão do que estiver dentro do balão. Ou você acha que não tem ar dentro do balão que você ainda não encheu? A pressão faz o balão crescer.

Eu nunca soube lidar muito bem com pressão. Lembro das competições que eu participava, daquelas disputas de conhecimento - de gincana bíblia a olimpíada de matemática. Tudo muito bom, tudo muito bem, até chegar na final, com todo mundo depositando toda a confiança em mim. Eu cedia à pressão. Vinha o tal do 'branco'. Pufff, falhei. Sempre um erro besta, que no segundo em que terminava sabia que tinha errado.

Foi no meu primeiro vestibular que descobri uma coisa diferente. Achava que por causa desse histórico teria um fracasso bonito tentando o vestibular assim. Pra Direito, imagine! (Não levei em conta a diferença entre uma competição com platéia e uma prova individual, mas pressão é pressão, né?) Na hora da prova eu me surpreendi com a minha capacidade... de ser fria! Logo eu, que vivo com as emoções afloradas, sejam elas quais forem! Pois é, vai ver que um pouco de pressão ajuda a crescer.

Mas vou te contar uma coisa, o mesmo motivo pelo qual o balão cresce, é o que o faz explodir. Eu já tive a ponto de explodir várias vezes durante essa minha vida (música de drama ao fundo). Não é fácil ter que ser a melhor, ter que superar as expectativas, ter que impressionar. E não precisam me dizer que eu não preciso ser isso ou aquilo. Essa neura nem é minha, é a pressão que colocam em cima de mim. Expressamente.

Ultimamente estou assim, quase explodindo, quase não aguentando. Casa, família, namorado, chefe, projeto, blog, amigos, igreja... tenho mesmo que dar atenção pra todo mundo? E se eu parar um pouquinho, será que não vão me bater quando notarem que eu parei? Preciso de folga. Férias. Chega.

*Suspira*

(Fim da catarse)

(Eu acho)

Feito um balão

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Não há nuvem cinzenta que dure um dia inteiro na vida de uma pessoa sanguínea. Por mais mal-humorado e desastroso que amanheça, sempre haverá um motivo pra sorrir em duas, quatro... doze horas.

Sexta-feira foi daqueles dias que já começam dando tudo errado. Sabe como é? Tudo o que não podia acontecer, acontece. Avisei todo mundo que tinha reunião com o chefe às oito, inclusive o namorado, que estava dormindo com meu irmão haha e que disse que iria comigo. Acordei e saí levantando todo mundo e perguntando da hora. "Ta cedo!" Ta? Então ta, né? Eu que não vou caçar os óculos pra ver a hora... #cega Dormi mais meia horinha. Acordei e resolvi eu mesma ver a hora.

Saí atropelando tudo, acordando a casa toda, toma banho, arruma a bolsa, "Acoooorda! Então fica aí!". O ônibus que nunca atrasa, atrasou. O trânsito que nunca agarra a essa hora, agarrou. Todos os sinais vermelhos. Tudo atrasa, tudo não anda. Chefe liga e eu só vejo depois. Acabaram os créditos. Corre pra portaria e ele ta me esperando no elevador. Atrasada e atrasado. Quase mato a cadelinha de madame com um pisão. Ele já estava com meu pagamento no envelope pra deixar na portaria do prédio.

O céu ainda é azul, há esperança....

Essa é a parte que eu e meu chefe conversamos em pé mesmo que é pra não ter que sentar e levantar de novo. Tempo, né? Tudo certo, tudo ótimo, tudo lindo, vou te dar um aumento mês que vem, ta gostando do trabalho? 

Viram, gente? Aumento! Mas essa nem é a parte que me deixou sorrindo o dia todo. É que eu AMO ser elogiada. Seu trabalho está sendo muito importante. Você é muito eficiente. Isso é que é competência. Está me ajudando muito, você nem sabe o quanto. Me sinto tão feliz e realizada, de verdade, com isso. Sorrindo até agora.

Preciso dizer que o resto do dia, apesar de cansativo, foi lindo? (Lindo até a despedida, né? Ninguém merece se despedir do namorado pela décima vez em um ano!)

PS: Eu gosto de elogios, mas gostei demais do aumento também! Afinal, de que adianta elogiar sem demonstração real do que se fala? hehe

Meu chefe lê este blog #segredo

O céu ainda é azul

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

É incrível como os melhores estágios caem no meu colo sem que eu sequer tenha pensado neles. Porque estágio  se mede pelo aprendizado, não pela quantia de horas ou pelo valor da bolsa. Meu primeiro estágio foi uma oportunidade incrível para quem tinha acabado de terminar o primeiro ano. Até hoje não vi outro que aceitasse uma estagiária tão nova para um trabalho tão sério. Geralmente o pessoal do primeiro ano trabalha com a parte mais 'mecânica' do negócio, usa mais braços e pernas do que cabeça. Eu fazia todo o trabalho que um advogado faz, e olhe só, entrei sem concorrência nenhuma porque pagava pouco!

Quem me acompanha sabe como eu tenho procurado por estágios desde... março. Definitivamente esse período foi mais longo do que eu pensava, mas hoje eu sei que seria muito mais difícil chegar até aqui se eu tivesse conseguido uma daquelas vagas. E eu não teria conseguido essa. Incrível. Maravilhosa. Inimaginável. Até meu namorado ficou com inveja¹.

Me candidatei a outra vaga, que já estava ocupada, e essa caiu no meu colo. Um trabalho totalmente acadêmico: fazer, digitar e organizar fichamentos, traduções, pesquisas da bibliografia de um bi-doutorando. Ele faz dois doutorados ao mesmo tempo. Existe gente mais doida que eu. Que fique claro que primeiro ele lê, e depois me passa, ta? Recebo os livros todos grifados e anotados a lápis.

Dedicação de quinze horas por semana, perfeito pra quem estuda em dois períodos. Eu tenho o que eu gosto e o que eu preciso: uma biblioteca incrível e atualizada e direcionamento para as minhas leituras. (Eu não consigo me prender a um tema. Gosto de tudo. É difícil escolher!) Além do mais, o meu chefe patrão ainda não sei como chamá-lo tem a maior atenção do mundo pra responder às minhas perguntas. Ele ganha tempo, eu aprendo a lot. Bom demais.

¹ Um dos doutorados é em Economia. Ele (meu namorado) é doido com Economia. Estou com um monte de livros dos sonhos dele na minha estante ;)

Estágio Novo

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Essa postagem veio do meu antigo blog, o Pirralha na Universidade(Algumas postagens do Pirralha estão nesse blog, mas ele ainda pode ser acessado nesse link) Faz parte do 'tudo' que eu sou. 

Decidi esse ano dedicar os meus anos de graduação para investir na carreira. Uma das implicações dessa decisão é que não farei concursos, não procurarei emprego... Só estágio.

Em poucas palavras, estágio é uma oportunidade prática de aprender (ou de aprender na prática). É essencial para a formação acadêmica de qualquer curso (principalmente daqueles essencialmente teóricos). É o meio termo entre o estudante e o profissional.

Infelizmente, nem todos os estágios oferecem todo o aprendizado de que se poderia tirar proveito. É que em muitos lugares os estagiários estão lá para servir cafezinho, arrumar arquivo, atender telefone...

Para a minha felicidade, meu primeiro estágio foi logo uma tremenda responsabilidade. É, eu também arrumo arquivos, organizo pastas, atendo o telefone... mas tenho que regular os prazos, orientar os acadêmicos do 5º ano que vão fazer estágio obrigatório, e muitas vezes fazer as peças. Isso é ótimo!

Sabe o que é melhor? A vara da infância tem processos na área cível e penal. No início parece muito. Tem que ser uma esponja pra pegar rápido, porque o ritmo de trabalho é uma loucura (exceto quando a juíza ta de férias). Oportunidade de ouro ter um estágio que te permite aprender.

A parte negativa é que na maioria das vezes você tem que adiar o seu grito de independência financeira. Estágios não costumam pagar bem. É uma escolha. Eu escolhi investir na carreira.

Qualquer concurso qeu eu faça agora vai me atrapalhar quando eu tiver que fazer monografia e estágio obrigatório, vai me atrapalhar na produção acadêmica, vai ocupar horas preciosas... Qualquer emprego que eu arrume agora será mais um peso que um alívio: eu preciso investir na minha carreira. Agora é a hora de aprender. Depois eu penso no dinheiro. (Quem mora com os pais pode ter essa tranquilidade, né?)

Essa postagem foi importada do outro blog, portanto todos os comentários que foram feitos nela estão aqui. Fique a vontade para comentar também!

Estágio pra quê?

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Essa postagem veio do meu antigo blog, o Pirralha na Universidade. (Algumas postagens do Pirralha estão nesse blog, mas ele ainda pode ser acessado nesse link) Falo aqui do meu primeiro estágio. (Saudade!) Faz parte do 'tudo' que eu sou.

Meu contrato antigo como estagiária do projeto de extensão "Núcleo de Estudos e Defesa dos Direitos da Infância e da Juventude" expirou no fim de fevereiro. Fui recontratada, dessa vez por um ano, agora trabalhando à tarde.

O Núcleo é um projeto estadual. Pelo que sei, todas as faculdades de Direito estaduais (aqui no Paraná) tem esse núcleo de pesquisa e extensão. (Não sei se é descrito como pesquisa ou extensão porque não li o projeto - preguiça! - e porque fazemos os dois, mas acho que é pesquisa...). O nosso é muito peculiar, bem diferente dos demais núcleos.

É que em Londrina e Maringá, por exemplo, e até mesmo nos outros campi da Unioeste que tem o projeto, a demanda de processos é pequena. Sendo assim, a função desses núcleos é de estudar os direitos da criança e do adolescente, realizar projetos, ir a escolas, organizar eventos a esse público...

Aqui em Foz do Iguaçu, a realidade é bem diferente. O número de processos na Vara da Infância (e Juventude) é muito maior do que nas outras cidades. Como já contei uma vez (eu acho), Foz do Iguaçu é só a cidade onde há maior taxa de homicídios de adolescentes. Só como comparativo, o nosso relatório trimestral é equivalente ou até maior que o relatório anual de outros núcleos.

O núcleo funciona com duas advogadas, dois (que deveriam ser seis) estagiários e uma pedagoga, além do pessoal do 5º ano que precisa cumprir horas de prática jurídica.

A nossa pedagoga é a única que tem cumprido o que está escrito no contrato de todos: produção científica. Eu até estou com o artigo que ela está escrevendo no pendrive, mas ainda não li, e isso faz parte de outra história.

Temos uma advogada pela manhã e outra à tarde. Às terças e quintas elas passam a maior parte do tempo em audiência. Se não todo o tempo. Nos outros dias, corrigem as peças que nós escrevemos, e depois assinam. E atendem os casos mais estranhos que aparecem e a gente não consegue resolver.

Quando eu entrei no núcleo, eram quatro estagiários. Dois pela manhã, e mais duas à tarde. Como as duas da tarde não quiseram renovar o contrato, eu fui a premiada pra trocar de turno - não pelas pessoas, é que é difícil reorganizar meu horário. Agora tem um em cada turno. Nosso trabalho é redigir as peças - principalmente as urgentes - receber e levar autos do cartório, ajudar o pessoal do 5º ano, ficar de olho nos prazos, atendimento ao público... ah, e a pesquisa que não fazemos. Só!

O pessoal do 5º ano cumpre uma carga de aproximadamente 80 horas neste núcleo, mais um dia por semana no escritório modelo até o fim do ano.

Pra mim, a maior dificuldade do núcleo é administrativa. Não queria mais falar disso, mas vou falar: nosso coordenador não aparece, e quando aparece, pensa que está fazendo um grande favor. Aliás, este é segundo motivo porque não fazemos pesquisa: não temos orientador.

(Está difícil estabelecer um ritmo de publicação, mas vou tentar escrever três vezes por semana. Tenho tanta coisa pra falar!! Até mais!)

Essa postagem foi importada do outro blog, portanto todos os comentários que foram feitos nela estão aqui. Fique a vontade para comentar também!

Pirralha Estagiária