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sexta-feira, 22 de março de 2013

1) Dividi minhas férias em três períodos: passeios, descanso e casa. Não me arrependo.

2) Ontem não fiz nada além de ler e dormir. Melhor que isso, só se estivesse torrando em alguma praia...

3) Primeiro voo com a Gol. Primeiro voo atrasado. Azul, eu te amo ;*

4) Trouxe os livros como bagagem de mão por causa do peso. Acho que vou precisar de mais...

5) Lugares para visitar onde não pode tirar foto: perde 60% da graça :( (Museu Imperial, Biblioteca Nacional)

6) Lugares para visitar onde tem que agendar a visita com antecedência: perde 90% da graça :( (ABL)

7) Viajar de São Gonçalo para Jacarepaguá com mala de 15kg + 4kg de queijo de Minas + 6kg de livros + quatro bolsas com coisas aleatórias equivale a uma semana de academia. Tenho certeza disso!

8) Tenho paciência infinita com crianças. Especialmente as inteligentes que gostam de livrinhos e quebra-cabeças.

9) Amo mimar a Maria Nina!

10) Quando comprar um presente pra alguém, não embrulhe e não diga que é presente. Você captará uma reação sincera que dirá se a pessoa merece/quer aquele presente.

11) Só comprei presentes de comer pra levar pra casa. Esses não dá pra deixar guardado, né?

12) To com saudade de cozinhar. Vou bater um bolo. Alguém quer?

Diário de Viagem #2

segunda-feira, 11 de março de 2013

1) Meu cabelo está lindo hoje e eu não tirei nenhuma foto. (Vamos começar com essa?)

2) Mais amor por favor em BH. Tirando a recepcionista super simpática e solícita do Museu de Artes e Ofícios e outros que ficam no meio termo (dá pra contar nos dedos), fui atendida por um monte de gente sem amor no coração. No supermercado, na farmácia, no Subway (a mulher montou meu sanduíche com o recheio pro lado de fora - muito <3 pela profissão, né?), no ônibus...

3) Não dá pra comprar "queijo" em Minas sem um curso de queijologia. Existe uma infinidade de queijos, sem contar os que não são mineiros. E o "queijo minas" que eu compro em Curitiba é "ricota" #chocada

4) Estou lendo Becky Bloom e não consigo rir. Mas gargalho no ônibus com minha timeline no twitter. Vocês são demais.

5) Também estou lendo Under a Maui Moon, o livro mais estranho que a Robin já escreveu - porque os livros dela são meio iguais e esse não parece nada com nenhum dos 18 (?) outros livros dela que eu já li.

6) Também estou lendo (é o último, sério) The Rescuer, da série O'Malley. A história no momento se passa em um período anterior ao do primeiro livro da série. Apesar de estar ansiosa pra saber o que aconteceu com o gracinha do Stephen depois do que aconteceu no livro anterior, a história em flashback está bem legal.

7) Oz é um filme MUITO engraçado. As melhores piadas são: a das bananas, o macaco mugindo e a erguidinha de pé da bruxa boa hahahahaha (Mas tem muito mais piadas. É um filme hilário, mas que também tem aquelas aparições repentinas pra vc ficar se assustando no cinema. Imperdível.)

8) Nada de notas da faculdade. Tenho os melhores professores do mundo ou não? ...

9) Meu joelho manda avisar que encontrou o chão de Minas Gerais e ele manda lembranças a todos.

Diário de Viagem #1

quarta-feira, 28 de março de 2012

Olha o Switchfoot aqui traveiz, só que agora pra me fazer pagar língua. Sim, porque quem não se lembra pode ver quando Gone foi a música da semana (e desde então quase um ano se passou...) que eu dizia que não gostava muito deles. Agora eu tenho que dizer que nas últimas semanas não ouço outra coisa senão Switchfoot e MPB. Acho que foi depois que eu apaixonei (ui!)... caí de amores... ai, gente, como dizer que eu gosto muito dele sem me comprometer com meu digníssimo? pelo Jon Foreman, assistindo as apresentações extras que ele faz depois do show pra quem fica para os remanescentes. Pra quem não gosta de artista afetado, fica a dica de gente-boazice.

Mas Mess of Me não é exatamente a música de uma pessoa muito legal, não. É uma confissão de quem estragou a si mesmo. Quem já fez muito mal à sua própria pessoa e não aguenta mais isso. Não é o que a gente faz o tempo todo? Sentimentos, ideias, pensamentos, atitudes... coisas que a gente cultiva e que nos adoecem. E nós sabemos disso, mas continuamos. Eu sou a minha própria doença.

Chega, né? Não existe nenhuma necessidade pra continuar com essa palhaçada. Não existe. Sem desculpas. Nós sabemos que não é melhor desse jeito. Isso é só preguiça de mudar. Ou de admitir que você é sua própria doença. 

Clica que aumenta!
Eu baguncei com a minha vida
Eu quero recuperar o resto de mim
Eu baguncei com a minha vida
Agora eu quero passar o resto da minha vida VIVENDO.

E eu que sempre digo que ser feliz é pra quem quer... Que a gente só muda se quiser mudar. E que quando a    gente quer mesmo, a gente muda mesmo. Não vem com essa de já tentei e não consegui. Não conseguiu porque não tentou direito. Ou porque não queria tanto assim. Porque a gente tem mania de se agarrar com o que faz mal e com o que não presta. Mas eu escolho ser feliz hoje. O resto a gente joga fora.

Não gosto de incorporar vídeos, mas eu gostei taaanto desse!

Música da Semana: Mess of Me - Switchfoot

segunda-feira, 26 de março de 2012

O dia nasce romântico, com post todo bonitinho no blog dedicando uma música apaixonada. O céu bem lindo, aquele azul curitibano que deixou a Ju completamente encantada. Uma sandália rasteirinha nova amarela super chamativa linda de viver, quero dizer, completamente parecida comigo. É difícil acordar com bom-humor antes das seis da manhã, mas quando não tem jeito, de que adianta ficar emburrada?

Todo dia eu acho impossível de acreditar como tem gente que acorda cedo nesse mundo. Às vezes eu penso que é só pra encher os ônibus pra eu ter que ir em pé, segurando naquelas barras que eu quase não alcanço, equilibrando cinco quilos de papel impresso. Toda vez que eu pego um ônibus desses, isto é, todo santo dia, eu me pergunto por que essa gente toda não resolveu dormir mais um pouquinho se o dia estava tão gostoso pra ter uma relação de amor eterno com um cobertor bem macio.

Só depois de cinquenta minutos (em pé, balançando, tentando equilibrar meu próprio corpo e os quilos extras em papel pesando no meu braço, que revesa com o outro que tenta manter o equilíbrio do conjunto, tentando não ser esmagada pela multidão que desafia o princípio da impenetrabilidade) é que eu chego à UFPR. Duas aulas de Direito do Trabalho e eu descubro que o motorista do ônibus que me trouxe à faculdade sabe mais sobre essa matéria do que eu, cuja carteira de trabalho tem vocação para permanecer em branco eternamente.

Descubro que minha sandália linda e nova arrebentou. É claro que a probabilidade de uma sandália nova arrebentar é muito pequena, mas em uma quarta-feira que queria ser quinta tudo pode acontecer. Até uma greve dos cozinheiros do restaurante universitário. E eu, que subi setecentos metros sob o sol do meio dia, com os livros na mão e a mochila pesando nas costas (porque os livros estão na mão? Porque não cabe o mundo todo na mochila, ué!) e a barriga roncando de fome, tenho que voltar os mesmos setecentos metros pra comprar um sanduíche e comer no ônibus mesmo. Isso porque o cardápio de hoje era ótimo. Por que não fazer greve quando tem carne moída no cardápio, hein? :)

Quarta-feira é o dia em que eu tenho duas aulas de filosofia à noite. Já é meu quarto ano cursando essa matéria, por motivos que eu tenho preguiça de explicar, mas que são mais complexos do que 'hmmm, reprovou, né?'. Você passa duas horas da sua vida ouvindo as invenções da Grécia que nós usamos nos dias de hoje (alfabeto, política, democracia, teatro, escultura) de novo só porque o professor faz chamada e por causa disso você só vai chegar em casa às onze da noite.

Seu namorado está sem internet, e isso significa que você precisa ligar pra ele. Porque ele resolveu brigar com a operadora de telefonia celular, então também não pode ligar pra você. Pelo menos você pode contar como foi seu dia na companhia de Murphy. E rir de si mesma. Porque não tem sandália arrebentada, restaurante fechado, aula chata ou ônibus lotado capaz de me tirar do meu propósito. Hoje eu vou ser feliz, não importa o que aconteça. Eu rio na sua cara, Murphy. HA. HA. HA.

PS: Não é um texto de autoajuda, embora possa parecer. Não tem nada a ver com ter sucesso. Afinal, ninguém precisa de sucesso pra ser feliz.

Ser feliz pra mim é...

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O mês de dezembro sempre me deixa ansiosa. Não por presentes ou por árvore de plástico enfeitada. Nós nunca tivemos um desses Natais com casa enfeitada e peru na mesa. Eu nem me lembro de um Natal com toda a minha família reunida. Na verdade, eu nem sei se já passei algum Natal que não fosse como família convidada no Natal dos outros. Também nunca ganhei presentes de Natal e nem por isso sou traumatizada com a data. Na verdade eu nunca ganhei muitos presentes, sempre vivi com o básico.

O que me encanta no Natal não são as luzes, nem os presentes, nem o tal do sentimento que algumas pessoas economizam o ano inteiro pra dizer que têm coração quando chega a festividade natalícia. O que eu mais gosto do Natal são as músicas. É, aquelas mesmas que irritam 9,5 a cada dez pessoas, segundo as pesquisas do INCEB (Instituto Não Confiável de Estatística do Brasil). Eu ouço músicas de Natal o ano inteiro, em todas as línguas e versões disponíveis, mas nessa época fica ainda mais irresistível encher a playlist com essas canções. Mas essa nem é a melhor parte. Afinal, eu posso ouvir essas músicas quando eu quiser, não é mesmo? A ansiedade toda é por outra coisa.

Ah, as cantatas de Natal! Eu amo os corais, os solos, os grupos, as peças, enfim... todas essas apresentações que só acontecem nessa época. Especialmente as que eu puder assistir ao vivo, cantando junto e me emocionando. (Sim, eu choro com músicas de Natal. Todo mundo tem uma fraqueza, né?). Aqui em Curitiba tem duas cantatas que eu já considero como atração turística da cidade.

As crianças cantam nas janelinhas.
O Natal do HSBC acontece no Palácio Avenida - não é nem meu banco, mas eu duvido existir agência bancária mais bonita ;) - e é uma cantata que já acontece há vinte e um anos da qual participam quase duzentas crianças e um convidado especial, geralmente um ator infantil. É algo totalmente comercial que faz muita gente chegar cedo na Boca Maldita com seus banquinhos pra pegar um bom lugar e movimenta o McDonald's e a feirinha da Praça Osório que fica ali do lado. Mas ainda assim é lindo.

Amo quando eles falam "Feliz Nataleluia!" no final!
Só não é mais bonito que o Nataleluia, a cantata de Natal da Primeira Igreja Batista de Curitiba.  (Ainda dá pra assistir a gravação do Nataleluia aqui!)Apresentado nesse formato desde o ano 2000, o Nataleluia é não somente um espetáculo musical, mas também de dança, interpretação, cenografia, luz... mas o mais importante e a razão principal porque o Nataleluia é especial é que as pessoas que fazem parte dele sabem do que estão falando. Elas já tiveram seu Natal. Mesmo quando a parte espetacular não é tão fantástica quanto no ano anterior, ou quando uma falha técnica faz com que o ator tenha que gritar por uns cinco minutos para um público de cerca de quatro mil pessoas que assistem a cantata a cada dia de apresentação, não tem como não sentir a vida brotando de cada letra, cada nota. É isso que eu amo no Natal. 

Foi em uma cantata de Natal que eu tive o meu Natal. Esse esplendor de vida me arrebatou há exatos treze anos, foi quando Jesus nasceu pra mim. Por isso essas cantatas são tão especiais, por isso essas músicas são tão esplêndidas. Elas me lembram a vida que nasceu em mim. Jesus é vida. É Natal.

Feliz Nataleluia!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Nunca morri de amores por essa banda. Especialmente pela postura deles, que eu considero 'em cima do muro'. Aquela coisa "nós não falamos diretamente de Jesus porque queremos alcançar a todos, por isso questionamos o status quo". Aquela coisa de não querer ser conhecida como banda cristã. Não engulo. Mas de algumas músicas deles eu gosto muito. E isso é muita coisa pra alguém teimosa e cabeçuda que quando cisma que não gosta, boicota sem dó.Mas Gone... Bom, Gone é quase um hino. É forte, é verdadeiro, é marcante.

Não desperdice o hoje, porque hoje logo terá passado

Quem nunca teve a impressão de que o tempo está passando rápido demais? Meus dezoito anos já se foram. Junto com os dezenove, o primeiro aniversário do Com tudo o que sou. Quer saber? Voou! Passei muito tempo ocupada tentando descobrir como se vive, o que é viver e pra que se vive. Agora eu quero só viver.

A vida ainda vale a pena

Algumas pessoas tem aquela filosofia de viver intensamente. Eu agora também tenho uma filosofia. Eu vivo abundantemente. Diferente de live like no tomorrow, é viver em abundância. Não é fazer todas as loucuras que vierem à mente. É entender que a vida é mais do que os aborrecimentos que a vida traz. Curtir as alegrias e deixar os aborrecimentos pra lá. Abraçar as oportunidades. Comemorar. Comemorar muito. Cause today will soon be gone.

Música da Semana: Gone - Switchfoot

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sabe qual é a coisa mais irritante do mundo? Gente que só sabe criticar. Meia hora de buzinação no ouvido alheio enumerando todos os aspectos negativos de certa pessoa-grupo-evento-whatever. Sabe como é? Gente que só sabe reclamar? É, reclamar. Não são aquelas críticas que você faz mostrando um jeito melhor. Não é nada dito com amor. ?Aliás, dificilmente é dito na cara. Isso me irrita desde sempre, mas não é o pior de tudo. Irritantes mesmo são os motivos porque uma pessoa desembesta a desferir comentários venenosos e pontiagudos.

Ah! Não brinco mais! Rejeição. Às vezes nem é à pessoa. Pode ter sido uma ideia que ela achou maravilhosa. Ela e mais ninguém. Daí nada mais presta. Não é ridículo? É como o piá pançudo dono da bola que toma a brincadeira de todo mundo porque nem todos os seus desejos se realizaram. A diferença é que todo mundo continua brincando. Só uma pessoa sai perdendo: o bocó reclamão.

Não se misture com essa gentalha. Orgulho exige ponderação. Pessoas extremamente orgulhosas são nojentas, eu sei, mas pessoas sem orgulho nenhum dão desespero na gente, quer dizer, em mim. (Orgulho = sentimento de satisfação pela capacidade ou realização; sentimento elevado de dignidade pessoal.) Pelo menos as pessoas orgulhosas-de-menos não ficam criticando os outros. (Se bem que a auto-crítica voraz também me dá arrepios). Se você se acha muito bom nesse trabalho, pare de criticar os outros e mostre como se faz. Eu evoluo, tu evoluis, ele evolui, nós evoluimos...

Bom dia por quê? Algumas pessoas são chatas assim, de graça. Quer dizer, alguma coisa deve ter acontecido na vida desse ser humano pra deixar o caldo azedo desse jeito, mas não se preocupe: provavelmente a culpa não foi sua. A rabunjice dessas pessoas não as permite apreciar a vida. Elas precisam ver defeito em tudo, talvez para compensar sua vida defeituosa, ou quem sabe seja só pra encher a paciência dos cidadãos de bem desse Brasil.

Conhece mais algum motivo pra rabunjice? E a cura, alguém tem? Alguma coisa que não seja interior, sabe? Pode ser injeção, comprimido, balde de água fria...

Feio, chato e bobo!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

...declaro ser o seu mais lindo amante! 
E com você eu quero me casar...

Conhece a história do rato "que em vez de catar raspinhas de queijo e comer na rua/prefere mil vezes um beijo, um beijo brilhante da lua"? Se não conhece... Ah, conhece sim! Assiste aí (link) que você lembra! Pois bem. O rato se declara pra lua, como o seu mais lindo amante, a pede em casamento e o que acontece?

Rato, meu querido rato 
eu não sou assim de fino trato pra selar esse contrato...

Reconheceu alguém? Se reconheceu? Tudo bem que não é um príncipe, e sim um rato... mas se até pro rato você não se sente à altura, alguém precisa consertar seu espelho! A lua linda, iluminada, apaixonante, achou o rato areia demais pro caminhãozinho dela, dispensou e apresentou a amiga nuvem, que apresentou outra amiga, e outra e outra...Até que o rato conheceu a rata! E a rata é das minhas, viu?

Rato, meu querido rato, eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato... O meu faro é tão certeiro!
Com você vou ser feliz!
Mesmo não sendo perfeita, eu sou uma ratinha linda
Fico toda aqui sem jeito esperando um grande queijo beijo!

Porque mesmo não sendo perfeita (e ninguém é), você merece ser feliz! Não ache que a felicidade é coisa demais pra você. Não deixe ela passar achando que você não é boa o bastante. Se eu fosse Deus ficaria super ofendida com o fato de algumas pessoas acharem que todo o mal que acontece e todo o bem que não acontece é culpa da sua falta de capacidade, de beleza, de inteligência, de tudo! Vou falar só uma vez hoje: solte as rédeas e confie. Seu Deus quer te fazer feliz, então por que não deixar? Let it be.

PS: Repararam que o ratinho que levou um chute do seu grande amor acabou se dando bem? Lição de vida! haha

O rato, a rata e a lua

domingo, 4 de julho de 2010

E todo domingo eu acordo com uma musiquinha que minha mãe cantava comigo quando eu era pequenininha menor do que eu já sou. Hoje é domingo, vou acordar. O meu vizinho vou convidar. Vamos, crianças, orar, cantar na Escola Dominical! 

Se tem uma coisa de que eu senti falta foi de ir à igreja. Principalmente no domingo. Nada contra os outros dias, mas parece que todos os meus domingos foram pré-reservados para ir à igreja. Senti falta porque desde que chegamos aqui não paramos em nenhuma igreja. No começo visitamos uma e outra, e outra... Porque no fim das contas é meu pai quem decide pra onde a gente vai. Ele já decidiu antes, mas decidiu sozinho. Dessa vez, ele resolveu atender ao resto da população nessa casa. Explico: ele queria ir pra uma igreja pequena onde ele pudesse ajudar; nós queríamos ir para uma igreja grande onde ninguém achasse que alguém ia tomar o seu lugar. (E ele tem que pensar que foi uma escolha dele)

É uma conclusão triste, mas na minha experiência com igrejas, percebi que as pessoas não querem realmente ser ajudadas, a não ser quando elas pedem. Ajuda que cai de para-quedas não é bem-vinda nas pequenas igrejas batistas do Paraná. Como eu digo, a igreja não é o céu, mas a gente tem que tentar chegar bem perto disso, né? E como é bom, ótimo, maravilhoso ir à igreja!

Hoje fomos na Igreja Batista Bacacheri e vou confessar que estou especialmente animada. A igreja se reúne em células durante a semana (deve ter alguma perto da UFPR, né? É um ponto de referência mais óbvio pra mim que a minha casa haha), e no domingo tem dois cultos pela manhã (9h e 10h45), um à tarde (17h) e um à noite (19h15). Todos são transmitidos ao vivo pelo site.

Oh, vem, vem, vem, vem...
Sim, vem à igreja comigo!
Sim, vamos servir ao Senhor!
Pois maior alegria não temos
Do que ter comunhão em amor!

Hoje é domingo...