segunda-feira, 5 de julho de 2010

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Estava quase tendo um siricutico com os livros chegando e eu aqui, fazendo dieta de leitura. As férias chegaram e eu me rebelei! Vou até apontar uma culpada - Deise ô, dó!. Quem mandou ela me emprestar um livro na minha visita totalmente despretensiosa? Como eu poderia dizer "Não, obrigada". Ah, eu simplesmente não poderia! Agora que estou totalmente rebelde, chutando o balde, o pau da barraca e o que mais aparecer... lendo no computador, no ônibus, no carro, na cama Sim, na cama! Que pecado!, e a dieta desandou de vez, devo dizer que estou muito mais feliz! Com dor de cabeça hora sim, hora não, mas com o coração batendo alegre que é uma beleza!

Aqui está o co-responsável Vai ficar corresponsável? Porque assim parece com correspondência: Sisterchicks on the Loose! que não podia ser de outro autor, senão da Robin Jones Gunn. Pra quem já leu contando trinta e três livros de um mesmo autor, começa a ficar chato, porque ca-ham já virei especialista em Robin. Então devo dizer que o mais legal em Sisterchicks - e eu acho que isso acontece em toda a série - é que a 'fórmula' utilizada é totalmente nova. Até porque, não é um "romance romântico". É um chick-lit cujo tema é amizade.

Penny e Sharon combinam viajar quando todos os seus filhos terminarem a faculdade. Pra onde? Ora, pra Finlândia. Onde mais? haha A mãe da Penny era de lá, e ela faz essa longa viagem para encontrar seus únicos parentes vivos. Quem ama a Katie, ama a Penny. Quem ama a Cris, ama a Sharon. Quem ama a Robin, vai amar o livro. A menos que você só ame Ted's, Rick's etc. Os maridos são quase invisíveis na história, que como eu disse, é sobre amizade.

O livro que foi descrito como Deliciously fun! The feel-good book of the season (Deliciosamente engraçado! O livro mais gostoso de ler da temporada - tradução totalmente livre) tem uma história liiinda de chorar, mas também de morreeeer de rir! O final me deixou com vontade de ler mais. (Deise, se você estiver lendo, obrigada por me tirar da dieta e... você tem o Sisterchicks Do the Hula?)

Ainda não existe em português, mas quem sabe, né? haha

Se alguém quiser comprar em inglês, tem na Amazon, no Ebay e, claro, na loja oficial da autora.

Em tempo: Sisterchick é uma amiga que compartilha os mais profundos prodígios do seu coração, te ama como irmã, e te dá um chá de realidade quando você está sendo infantil.

Sisterchicks on the Loose - Robin Jones Gunn

domingo, 4 de julho de 2010

E todo domingo eu acordo com uma musiquinha que minha mãe cantava comigo quando eu era pequenininha menor do que eu já sou. Hoje é domingo, vou acordar. O meu vizinho vou convidar. Vamos, crianças, orar, cantar na Escola Dominical! 

Se tem uma coisa de que eu senti falta foi de ir à igreja. Principalmente no domingo. Nada contra os outros dias, mas parece que todos os meus domingos foram pré-reservados para ir à igreja. Senti falta porque desde que chegamos aqui não paramos em nenhuma igreja. No começo visitamos uma e outra, e outra... Porque no fim das contas é meu pai quem decide pra onde a gente vai. Ele já decidiu antes, mas decidiu sozinho. Dessa vez, ele resolveu atender ao resto da população nessa casa. Explico: ele queria ir pra uma igreja pequena onde ele pudesse ajudar; nós queríamos ir para uma igreja grande onde ninguém achasse que alguém ia tomar o seu lugar. (E ele tem que pensar que foi uma escolha dele)

É uma conclusão triste, mas na minha experiência com igrejas, percebi que as pessoas não querem realmente ser ajudadas, a não ser quando elas pedem. Ajuda que cai de para-quedas não é bem-vinda nas pequenas igrejas batistas do Paraná. Como eu digo, a igreja não é o céu, mas a gente tem que tentar chegar bem perto disso, né? E como é bom, ótimo, maravilhoso ir à igreja!

Hoje fomos na Igreja Batista Bacacheri e vou confessar que estou especialmente animada. A igreja se reúne em células durante a semana (deve ter alguma perto da UFPR, né? É um ponto de referência mais óbvio pra mim que a minha casa haha), e no domingo tem dois cultos pela manhã (9h e 10h45), um à tarde (17h) e um à noite (19h15). Todos são transmitidos ao vivo pelo site.

Oh, vem, vem, vem, vem...
Sim, vem à igreja comigo!
Sim, vamos servir ao Senhor!
Pois maior alegria não temos
Do que ter comunhão em amor!

Hoje é domingo...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nesse sábado foi o casamento da minha prima-linda Kamille. Eu já fiquei toda animada porque só de ouvir em casamento todos os meus sensores apitam exaustivamente! Como é que pode ter gente que não gosta de casamento?

Foi tanta empolgação com o casamento, que eu nem parei pra imaginar como seria encontrar minha família. Eu moro longe de todo mundo. Os parentes mais próximos são os de São Paulo. Reunir uma parte da imensa família é assim... pura festa!

Voltei segunda porque tinha entrevista de estágio, a vontade era de passar uma parte das minhas férias por lá. To com saudade desse povo lindo!

Encontro marcado em Curitiba ano que vem ;)

Família, eh! Família, ah!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Eu sempre me emociono em aniversários. Nos meus, né? Em casamentos também, mas esse não é o assunto. É que hoje é meu aniversário e eu aqui toda boba. Já choro a toa, mas todo dia 22/06 eu fico comovida com tudo. Desde um recado no orkut de alguém que se lembrou (eu tiro o aviso de propósito), até uma criança sorrindo que eu nem conheço. Boba, né?

Estou abrindo oficialmente meu novo blog (esse aqui hehe) hoje, não por acreditar realmente que aos dezoito anos a maturidade apareça de forma mágica. Já estou planejando isso aqui tem um tempinho (quase um tempão) arurmando uma coisinha e outra. Ainda nem está tudo totalmente pronto do jeito que eu quero (chaaata...), mas ta muito a minha cara, que é o mais importante, né?

Vocês podem ver que abaixo dessa postagem há outras que foram importadas do Pirralha. Foi difícil escolher só algumas, mas eu tinha que colocar as mais-mais-mais importantes aqui, porque fazem parte, né? Se você não leu lá poque ficou com preguiça de voltar nas postagens do comecinho, pode ler aqui e comentar também. Não deixem de seguir o blog (na barra lateral), assinar o RSS (acima da barra laranja), me visitar e comentar bastante!

Até!

Open for Business

domingo, 2 de maio de 2010

Essa postagem veio do meu antigo blog, o Pirralha na Universidade. (Algumas postagens do Pirralha estão nesse blog, mas ele ainda pode ser acessado nesse link) Faz parte do 'tudo' que eu sou. 

Quando estava prestes a nascer, minha mãe traçou as últimas costuras de um cobertor – branco e verde, com desenhos de barquinhos. Como todo objeto por que as crianças nutrem grande afeição, o cobertor ganhou o nome de ‘nina’. Não dormia sem o nina, nem fora de casa, nem no calor baiano. E eu o arrastava onde quer que fosse, junto com o travesseiro que tinha a fronha combinando (minha mãe gosta de combinar).
Aquele que me acompanhou desde a infância, com o passar dos anos, desbotou, envelheceu, até meio rasgadinho ficou, até que um dia eu não o encontrei mais. Não sei o que aconteceu com o nina. Mais do que o seu sumiço, o que me intrigava era como ele tinha o dom de encolher. E eu mal suspeitava que era eu quem crescia.

(Não sei porque tive vontade de postar aqui, e não no Estrelas)

Essa postagem foi importada do outro blog, portanto todos os comentários que foram feitos nela estão aqui. Fique a vontade para comentar também!

Pirralhinha

quinta-feira, 11 de março de 2010

Essa postagem veio do meu antigo blog, o Pirralha na Universidade. (Algumas postagens do Pirralha estão nesse blog, mas ele ainda pode ser acessado nesse link) Faz parte do 'tudo' que eu sou. 

Mas você não vai defender preso, não, vai?

Coisa difícil é falar de Direito com quem não conhece. Coisa pior é ouvir gente que não conhece falando de Direito. E a coisa fica feia mesmo quando tentam te convencer do que eles estão falando. Se é Penal, então... Taí assunto que todo mundo gosta de entender: criminologia, sociologia, antropologia... Nada tão complexo que ninguém possa desvendar rapidamente.

A frase que inicia o post foi dita pelo meu ilustríssimo pai. Me lembro de quando decidi que queria Direito. Foram quase quatro anos tentando me convencer do contrário. Meu pai queria Engenharia Civil. Minha mãe ficaria tranquila com qualquer coisa que não fosse 'algo tão perigoso como Direito'.

Depois recordei de um dos primeiros dias de aula. Um cidadão de um movimento estudantil me perguntou: 'Mas escuta, e se um dia você tiver que defender alguém que é culpado? Pra onde vai a ética?'. Na época, eu não soube o que responder. Durante algum tempo procurei essa resposta, que encontrei e testei durante meu estágio no NEDIJ.

Todos necessitam de uma dose de humanidade, até aqueles que não agem como humanos. Todos têm direito à justiça, até os que agem com injustiça. Todos têm direito a viver, ainda que tenham matado. Faz parte da transformação do mundo dar um pouco de graça, como um favor a quem não julgamos que merece.

Porque quando deixamos de tratar um humano como pessoa, agimos como aquele que mata.

Essa postagem foi importada do outro blog, portanto todos os comentários que foram feitos nela estão aqui. Fique a vontade para comentar também!

Direito Penal para Leigos

terça-feira, 2 de março de 2010

Essa postagem veio do meu antigo blog, o Pirralha na Universidade. (Algumas postagens do Pirralha estão nesse blog, mas ele ainda pode ser acessado nesse link) Faz parte do 'tudo' que eu sou. 

Não dá pra disfarçar. Quem passou pela Praça Santos Andrade nesse início de semana pode não ter notado, mas as novas caras que chegaram ao Prédio Histórico da UFPR não podiam conter a excitação. E não é porque já fui caloura uma vez que fugi ao padrão. Parecia universitária pela primeira vez.

Subi aquelas escadas com o maior orgulho de ser aluna federal. Orgulho de mim mesma e da universidade que agora é minha. Saí de casa preocupada com a minha falta de senso de orientação (medo de se perder sozinha! haha), com o horário (apesar de ter chegado com muita antecedência) e com a minha cara de SOU CALOURA.

A Aula Magna foi... deliciosa. Ministrada pelo Professor Fabio Konder Comparato - nada menos que brilhante - que falou sobre a dominação do povo pelo controle dos meiso de comunicação, convidando a todos a voltar à ágora - espaço onde, na antiga democracia, todos os cidadãos gregos se reuníam em assembléia e tinham a sua voz. A palavra do povo.

Conversou conosco sobre uma democracia mais participativa, onde a expressão não é apenas as mensagens em ploco, padronizadas, intermediadas, impessoais, dirigidas a receptores anônimos, como ocorre nos meios de comunicação de massa. Quer saber como?

Assim, desse jeito. Você está lendo este blog, a minha ágora. A internet é o meio de expressão mais democrático que há. Não fique aí falando sozinho. Bota a boca no mundo!

Essa postagem foi importada do outro blog, portanto todos os comentários que foram feitos nela estão aqui. Fique a vontade para comentar também!

Sentimento Federal