sábado, 24 de julho de 2010

Choveu muito no último fim de semana. Muita chuva, vento e frio. No dia em que mais choveu, ventou e esfriou eu queria sair. Até porque era o primeiro dia... vai que fica assim a semana inteira? Visitamos shoppings (leia-se livrarias), mais livrarias, uma exposição no memorial e fechamos o dia na biblioteca estadual (que tem cheiro de livro velho - parece um museu de livros!). Pra quem queria passar três dias em parques e praças... imaginem a cara de bode.

O bode foi tanto que no dia seguinte só saí pra comprar chocolate. Passei o sábado me esquentando no fogão e nos braços do meu namorado. (Minha mãe diz que quando ele vem aqui parece que eu tenho que reconquistar o homem. Eu prefiro pensar que toda conquista deve ser diária.)

No domingo abriu o sol, quer dizer, estava nublado... mas pelo menos não estava chovendo! Tanto que depois da igreja, do shopping e da infeliz rodoviária, fomos para o Jardim Botânico.


Eu acho os parques bem mais legais. Gosto da cobertura natural das árvores enquanto a gente anda... sabe, pássaros, macacos, essas coisas que tem nos parques. O Jardim Botânico parece bem mais... urbano. Impecavelmente bem cuidado e com banquinhos muito bem posicionados, é um ótimo lugar pra conhecer, pra namorar e pra fazer aquele programa de turista. Mas eu ainda prefiro o Passeio Público e o Bosque do Papa.

O tal fim de semana

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Largar tudo pra dedicar o fim de semana ao amor me deixou meio enrolada essa semana, por isso ainda não postei nada... mas agora estou desenrolada e de volta à ativa! Tenho uns temas anotados na agenda pra não deixar de escrever. Aguardem! ;)

Só pra avisar que...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Por motivos de força maior - meu namorado está vindo lá de Foz do Iguaçu só pra mim - estarei offline nos próximos dias. Quem tem seu amor pertinho, namore. Quem não tem, não fique triste em casa só porque está chovendo, ok?

 Bom de fim de semana!


Offline ♥

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Quando eu estudava na Unioeste uma das coisas que eu mais gostava era do céu. O campus fica no cruzamento do meio do nada com o lugar nenhum, então o céu era totalmente livre da interferência de fiação, prédios, iluminação, exceto a da própria Unioeste. Eu chegava bem na hora do pôr do sol. Inspirador! Devo dizer agora que o sol nasce enquanto estou a caminho que o pôr do sol é bem mais confortável.

Assistir ao pôr do sol não lhe leva a refletir? Fala sério, tudo fica mais poético quando o céu exibe seus tons de laranja! Pode se lembrar de alguma cena inesquecível da sua vida ao pôr do sol? Ou você planeja tê-lo como seu cúmplice um dia? Poético, profundo, romântico, às vezes imprevisível! Assim é o pôr do sol, e agora não falo apenas da obra de Deus, mas também da obra da é, de novo Robin Jones Gunn.

Confesso que o livro demora a engatar. Não é que não tem graça até a metade. É que, sabendo que é um romance, eu quero ver o romance! E o romance demora, viu? Melhor você curtir o livro sem a expectativa do romance. De surpresa deve ser mais gostoso!

O quarto livro da série Glenbrooke apresenta as próximas personagens Sheron e Genevieve, e também nos dá notícias de Jessica e Kyle (meus preferidos pra sempre) e Lauren e... não, não vou contar! Ah, e tem também o Brad. Quem já sentiu o gostinho do humor do moço em Ecos sabe, o cara é ótimo.

Mas as minhas estatísticas mostram que esse é o livro mais esperado da série porque a personagem principal é Alissa, nossa velha conhecida lá dos tempos de Cris Miller. Aliás, acho que é por isso que o livro demora tanto a entrar no romance. Depois de tanto tempo sem aparecer, a Robin tem mesmo é que explicar o que aconteceu com Alissa nos últimos oito anos.

O meu destaque vai para a história paralela do livro. Diria que é uma história dentro da história, porque é a história quanta 'história' de Rosie e Chet que é contada para Alissa por eles mesmos e que é... uma gracinha, assim como esses dois velhinhos! Dá vontade de estar lá também!

É claro que uma mistura de Brad e Alissa só pode dar em uma comédia-romântica-dramática, que vocês podem comprar na Amazon ou no Ebay, mas em inglês. Ah, quase esqueci! Tem na loja da Robin também ;) Infelizmente Sunsets ainda não chamou a atenção das editoras nacionais. Mas quando eu tiver uma editora...

Sunsets - Robin Jones Gunn

terça-feira, 13 de julho de 2010

Sabe a princesinha do papai? Era eu. A pirralhinha sempre foi grudada no papai, mais do que na mamãe. Deve ser por isso que eu entendo mais de música do que de costura, crochê, coisas que eu deveria herdar da família da minha mãe.

Não preciso ficar explicando pra ninguém aqui como eu sou tagarela, questionadora, desafiadora. Não fujo de uma briga, mas nem pensar! E quer saber? Também aprendi isso com meu pai. De repente eu estava sabendo de um monte de coisas que ele não sabia - até porque, a minha praia é bem diferente da dele, né? - e ele pensava que eu ainda era a pirralhinha, ou melhor, a princesinha que sempre esperava ouvir suas respostas pra tudo. Quando eu comecei a questionar as respostas dele... Ihh, o tempo fechou.

Eu fiquei muito triste, porque querendo saber tudo ele não me deixava crescer, nem validava tudo o que eu já tinha crescido. Então fiquei mais triste ainda porque nos afastamos. Eu sempre gostei de ser a princesinha do papai. Fiquei com saudades, mesmo morando na mesma casa. A minha tristeza nos colocava a quilômetros de distância.

Mas isso não podia ficar assim pra sempre. Na verdade, não poderia continuar nem por mais um dia. Com um abraço e muitas lágrimas, deixei a tristeza ir toda embora.

(Meu pai é muito vaidoso, gosta que fiquem se rasgando de elogios pra cima dele, justamente por isso eu não fico elogiando, a não ser que haja um motivo específico) Ele é o meu pai, eu o amo. E eu sei que a princesinha dele ainda está aqui.

A princesinha

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Esse desafio está devagaaaaaaaaar... Olhei os posts anteriores do desafio e percebi que esqueci de colocar algumas coisas, mas vou tentar atualizar completamente agora. Nesse mês mesmo não houve muita coisa. Estava empenhada com provas, traduções e entrevistas de estágio. Lá vai...

5. Ler 150 livros (19/150)
Só o Sisterchicks on the Loose! Viram como eu estava desesperada por um livro? Leiam a resenha e comentem!

24. Visitar os maiores shoppings de Curitiba (8/11)
Shopping Jardim das Américas
Cheguei cedo pra uma entrevista ali perto. Como a Deise ainda não tinha chegado, resolvi visitar o shopping. Sempre desconfiem quando eu falo perto - o meu perto pode ser meio longe... Achei os corredores mais estreitos que os de outros shoppings, e as lojas também não são do mesmo padrão. A maioria delas é bem menor que as lojas de outros shoppings, exceto as grandes redes como Americanas e Casas Bahia. Não cheguei na praça de alimentação porque comprei uma barra de chocolate nas Americanas. Me arrependo até hoje de ter comprado chocolate branco. Eu nunca gostei de chocolate branco? Porque gostaria mais agora?
Shopping Cidade
Passei lá rapidinho só pra comprovar que parece o Total hehe

39. Ganhar ou comprar 34 livros (3/34)
Os dois vieram pelo Blog Tour, assim como o primeiro que ganhei no desafio. O Love Mercy (leiam a resenha e comentem!) e o Stuff Christians Like, que estou lendo lentamente agora (ocupadíssima com traduções e tarefas domésticas nessas férias). Estou amaaaaaando o livro. A resenha deve aparecer por aqui semana que vem. Não percam!

76. Assistir a todas as temporadas de Criminal Minds (2/5)
Acho que assisto as outras três antes de sair a sexta. Maratonas de Criminal Minds sempre que dá vontade aqui em casa. Viciando.

77. Assistir a 40 filmes (2/40)
Pleasantville
Faz tempo que eu vi, foi em uma sessão de cinema do PET (uma espécie de grupo de pesquisa da UFPR). Não sei porque esqueci de colocar aqui. O filme é uma crítica explícita ao conservadorismo, ao racionalismo, ao tradicionalismo... A ideia das cores foi ótima. Super recomendo!
Devo uma explicação aqui. Afinal, não é difícil assistir quarenta filmes, então porque nesse tempo todo eu só vi dois? Eu não vi só dois, mas eu só conto aqui os filmes que eu parei pra ver. Porque os filmes que eu 'vejo' enquanto uso o computador, leio, converso e trabalho tudo-ao-mesmo-tempo e que no outro dia eu nem lembro direito não contam, né? Tem que assistir direitinho e prestar atenção ;)

79. Assistir a cinco espetáculos de arte (3/5)
Falei do teatro de rua, mas não contei as vezes que assisti aqui. Uma foi no Festival de Curitiba, e as outras duas foram do grupo de teatro cujo-nome-ainda-não-lembrei-porque-vi-e-esqueci-de-anotar, mas que é la da UFPR e quem souber o nome fala aí. Preciso dizer de novo que amo teatro de rua?

Resumo: nesse mês toooodo não cumpri integralmente nenhum item do desafio. Vergonha. Nesse mês inteirinho eu estou de férias. Pelo menos um cinema, né, Annie?

93 coisas em 850 dias

terça-feira, 6 de julho de 2010

Por falar em sisterchicks, apresento a vocês a minha sisterchick, a minha irmã Rute. Porque você conhece as profundezas do meu coração, me ama como irmã, e me dá um chá de realidade quando eu sou imatura, e vice-versa. Minha estrela, minha Selena, minha caçulinha (hehe). Amo vc!

Since I'm talking about sisterchicks, I want you to meet my sisterchick, my sister Rute. Because you know the deepest everything of my heart, loves me like a sister, and provides me a check of reality when I'm being a brat, and vice versa. My star, my Sierra, my little youngest sis. Love you!

Fazendo estrelas há 25 meses ;)
PS: Jey, eu ainda te amo, mas hoje é dia 6, e dia 6 é dia da Ru ;)

My Sierra